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GOVERNO MIRA O FIM DOS DIREITOS TRABALHISTAS

Dirigentes sindicais do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul firmaram compromisso contra os ataques aos direitos da população


Enquanto lida com a repercussão negativa da reforma da previdência, governo prepara mais um ataque aos trabalhadores com a malfadada reforma trabalhista. Uma vergonha! Não vamos aceitar cortes de direitos.
Martelo batido contra as reformas da Previdência e trabalhista!  A Força Sul, entidade que reúne os Sindicatos e as estaduais da Força Sindical no  Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, foram unânimes no compromisso de  lutar contra  os ataques perpetrados pelo governo contra os direitos da população. O acordo foi definido no seminário da entidade, que aconteceu durante todo o dia desta quinta-feira (30),  em Matinhos, litoral do Paraná.
“Batemos o pé! Nós,  da Força Sul, não vamos aceitar reformas e propostas que precarizem e cortem os direitos do trabalhador. E vamos cobrar da direção nacional a mesma postura. É preciso que a Central tenha mais clareza e seja mais direta nos seus posicionamentos reafirmando seu compromisso de defesa dos trabalhadores”, afirma o coordenador da Força sul, Sérgio Butka.

Dia 28 de abril é greve geral
Como prova dessa luta, todos os Sindicatos  presentes aprovaram participação total na greve geral do dia 28 de abril, que está sendo convocada pelas Centrais Sindicais  e movimentos sociais, em protesto contra a sórdida ofensiva perpetrada pelo governo e o Congresso Nacional contra os direitos da população, através das reformas da Previdência e Trabalhista; do congelamento dos salários e gastos sociais;  e do projeto da terceirização que precariza as relações e condições de trabalho.
“Ficou claro já que o governo quer que a população pague a conta da sua irresponsabilidade com o orçamento nacional. Situação que não vamos aceitar! Por isso, vamos para a rua no dia 28. Vamos fazer barulho para que o governo saiba que não vamos aceitar corte de direitos e mais sacrifícios do trabalhador que já está sofrendo com a crise e o desemprego”, resume o presidente da Força Paraná, Nelson Silva de Souza, o Nelsão.
Também foi aprovada o apoio da entidade o movimento “Todos contra o fim da aposentadoria”, criada por cidadãos da sociedade comum, através  do Facebook e que já conta com 400 mil curtidas.

Congresso Nacional da Força Sindical
O objetivo do seminário foi debater e preparar as propostas da Força Sul que serão apresentadas no 8 Congresso Nacional da Força Sindical, que acontecerá em julho.
Entre algumas das  propostas aprovadas pela plenária e que serão defendidas pela Força Sul  estão:
- Que todos os dirigentes sindicais  eleitos  para cargos públicos se licenciem das suas funções na Central para poderem defender com mais liberdade as bandeiras da entidade;
- Eleições proporcionais: independente do resultado das eleições,  a diretoria da Central seja composta por todas as chapas concorrentes levando em conta a proporcionalidade do resultado – o objetivo não deve ser a divisão mas sim a soma das forças e fortalecimento da Central
- Criação da Secretária de Assuntos Estratégicos
- Garantir de forma efetiva(ao invés de recomendar)  a cota para a juventude ( 10%) em cargos de direção nos Sindicatos
Também foram feitas propostas que englobam a participação das mulheres, dos aposentados, sobre a saúde do trabalhador, entre outras resoluções. 

FORÇA SUL

Lideranças do SC, RS e PR aprovaram moção de repúdio às reformas da previdência e trabalhista e ao aparelhamento partidário da Força Sindical

Moção de repúdio é aprovada em reunião que marca posicionamento da Força Sul pela classe trabalhadora
Lideranças do SC, RS e PR aprovaram moção de repúdio às reformas da previdência e trabalhista e ao aparelhamento partidário da Força Sindical
Lideranças representativas de mais de 300 sindicatos de trabalhadores filiados à Força Sindical nos estados de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul reuniram-se na manhã deste sábado (18) para discutir os rumos e o fortalecimento da central.
Esse ano ocorrem os congressos regionais e nacional da entidade, no qual se elegem as novas diretorias e se aprovam as diretrizes de luta para os próximos anos.
Em comum na fala das lideranças, um posicionamento muito claro: a Força Sindical precisa urgentemente guinar seu rumo no sentido da luta sindical e trabalhista e blindar-se contra interferências partidárias, sob pena de uma grande debandada de sindicatos. O encontro da Força Sul ocorreu em Florianópolis/SC e foi preparatório para o Seminário Regional da Força Sul – Congresso Força Sindical 2017.
Para marcar posição, foi aprovada na reunião uma moção de repudio (veja abaixo) às reformas da previdência e trabalhista e ao aparelhamento partidário da Força Sindical.
“Precisamos questionar, qual a central que queremos? Se depender de nós o foco será sempre a luta pelos trabalhadores, principalmente, na atual conjuntura de crise econômica, desemprego e ameaças aos direitos trabalhistas, a exemplo das reformas trabalhistas e previdenciária. Se não conseguirmos construir a unidade para o Congresso, teremos uma grande debandada de sindicatos. Todos nós esperamos posições diferentes daqui pra frente. Não vamos e não podemos discutir partidariamente o congresso. Mas qual o futuro, teses, o caminho para fortalecer a central? Senão a gente vai jogar fora todo fortalecimento criado nos estados. Se hoje temos o respeito dos trabalhadores, foi graças a luta e a representatividade, graças a atividade sindical. Não foi partido algum que gerou isso. Foi trabalho, suor e luta. Luta sindical!”, frisou o presidente da Força-PR, Sérgio Butka.
A linha explanada por Butka entra em sintonia com o pensamento das lideranças do Rio Grande Sul e Santa Catarina. O consenso pelo fortalecimento da Força Sindical ficou evidente na reunião.
“Paulinho não pode estar no exercício da presidência de um partido e da Central.  É conflitante. Essa proposta de reforma da previdencia. Ele discutiu com quem? Ora, ela é do Solidariedade, cabe ao Solidariedae discutir! É do SDD, não Força, não foi discutida! Nao pode levar pro Congresso como sendo da Força, porque náo é!”, analisou o presidente licenciado da Força-RS, Claudio Janta.
“Essa é a uma oportunidade de fazer o que sempre fizemos. Ajudar a dar linha, posições, e construir e fortelecar a central. Nosso reagrupamento faz com que a gente se fortaleça e busquemos os espaços q são nossos. Não dá para aceitar uma central paulista.Por que não temos os espaços garantidos pela representatividade? Se pegar o Sul, por exemplo, e ver o espaço que temos, não é equivalente! Há uma disfução aí e isso tem que ser corrigido. O critério do “amigo do rei” não pode ser o critério único. Tem que ser o critério da representatividade, pelo bem da central, pelo bem dos trabalhadores. Essa república paulista está causando uma divisão nos nossos estados, na nossa centralIsso é Inconcebível, ressaltou o presidente da Força-SC, Osvaldo Mafra.
Para o diretor do Sindicato dos Empregados no Comércio de Canoas (RS), Américo Cordeiro, “há um aparelhamento da Força Sindical por interesses partidários. O partido foi criado para ser instrumento da central. Mas isso se inverteu. A posição partidária está se sobrepondo à sindical. Repudio essa inversão”.
Já o diretor do Sindicato dos Empregados no Comércio de Canoas (RS), Nilton Souza Neco, sinalizou, “que é irracional colocar a central a reboque de partido. Afinal, foi a luta sindical que nos cacifou para chegar a cargos eletivos de vereador, deputado, e não o partido!! O partido é só um instrumento! Não pode a central ficar a serviço de partido algum”.
“Esse debate já era para ser feito há muito tempo. Não queremos retrocesso. Não aceitamos retirar direitos do trabalhador”, avisou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Materiais Plásticos de Chapecó, Vilson Antonio Silveira.
“Precisamos ser ouvidos pela direção da nacional. Eles precisam saber o que o sul e as outras regiões pensam, pois tais atidudades não refletem o posicionamento da maioria”, ressalta o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado do Paraná, Francisco Rodrigues da Silva Sobrinho.
Em breve a Força Sul vai definir a realização, provavelmente em março, de um seminário para debater e definir as ações para o Congresso Nacional da central.
CARTA DA FORÇA SUL
*MOÇÃO DE REPÚDIO ÀS REFORMAS DA PREVIDÊNCIA E TRABALHISTA E AO APARALHEMENTO PARTIDÁRIO
DA FORÇA SINDICAL*
Na condição de representantes de mais de dois milhões e meio de trabalhadores, nós, presidentes e diretores de entidades filiadas à Força Sindical nos estados de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, vimos a público manifestar nosso repúdio às mudanças que subtraem direitos dos trabalhadores, consignadas nas reformas da Previdência e Trabalhista do governo federal.
De mesmo modo manifestamos nossa contrariedade ao fato da Força Sindical encaminhar tratativas no Congresso Nacional sobre essas matérias sem abrir um amplo debate interno com seus sindicatos filiados, assumindo posições de um partido como se fossem da central sindical. Entendemos que as posições partidárias pessoais de dirigentes sindicais não devem, em hipótese alguma, sobrepor-se aos interesses dos trabalhadores.
Nossa central deve ser para o trabalhador não só no discurso de marketing, mas também em suas posições políticas e iniciativas.
Reafirmamos as posições dos 5º, 6º e 7º congressos nacionais da Força Sindical, no sentido de manter a unicidade pela base, a qual vem sendo afrontada constantemente por encaminhamentos da Secretaria de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Por fim, destacamos: Urge que a Força Sindical de uma guinada efetiva no sentido da luta trabalhista e se blinde contra interferências partidárias, sob pena de uma grande debandada de sindicatos, sob pena do enfraquecimento da classe trabalhadora e do esfacelamento de todo o arcabouço de direitos que conquistamos, a duras penas, com anos de luta.
Florianópolis, 19 de fevereiro de 2017

Documento aprovado e assinado pelas lideranças da Força Sul

GOVERNO E PATRÕES QUEREM DESTRUIR A CLASSE TRABALHADORES

  As medidas tomadas pelo governo federal tem apresentado medidas que vão da encontro aos interesses dos trabalhadores. A classe operária vai sofrer na pele as mudanças se elas vierem a ser sancionadas, projeto de lei(PL) 6787/2016 e a reforma da previdência (PEC) 287.
  Segundo o governo é a única forma de acabar com o rombo na previdência social.
  A elite pressiona para que a reforma seja votado o quando antes e quem vai sofrer com tudo isso você já sabe somos todos nós.
   
      O rombo não existe

   A ideia  de que o cálculo do déficit previdenciário não está correto, porque não se baseia nos preceitos da Constituição Federal de 1988, que estabelece o arcabouço jurídico do sistema de Seguridade Social. O cálculo do resultado previdenciário leva em consideração apenas a receita de contribuição ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) que incide sobre a folha de pagamento, diminuindo dessa receita o valor dos benefícios pagos aos trabalhadores. O resultado dá em déficit. Essa, no entanto, é uma equação simplificadora da questão. Há outras fontes de receita da Previdência que não são computadas nesse cálculo, como a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), a CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) e a receita de concursos de prognósticos. Isso está expressamente garantido no artigo 195 da Constituição e acintosamente não é levado em consideração. A seguridade social mostra que o saldo de 2015 um total de 11 bilhões
Faça parte da luta, organize-se, proteste não fique esperando pelo outro, o futuro é você quem faz!


  

NOVA AUDIÊNCIA SERÁ MARCADA, DISSIDIO 2017

Com os acontecimentos de ontem (21), relacionados à investigação do Gaeco sobre licitação do transporte coletivo em Guarapuava, o patronal não concluiu a proposta de acordo coletivo, o que acabou inviabilizando a reunião prevista para hoje, na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE). Diante disso, o Sindimoc protocolou solicitação de nova audiência.

Na última reunião, na semana passada, o patronal apresentou uma proposta muito baixa, a qual foi imediatamente recusada pelo nosso presidente, Anderson Teixeira, na mesa de negociação. No dia seguinte, em resposta a pedido do Sindimoc, o Patronal aceitou garantir a data-base por mais 30 dias, assegurando que o pagamento do acordo salarial e benefícios será feito de forma retroativa à 1º de fevereiro.

“Esperamos que ainda hoje a Superintendência agende uma nova audiência de conciliação. Nós, motoristas e cobradores, temos a expectativa de uma proposta digna, condizente com o valor do nosso trabalho para a sociedade”, afirma Teixeira.

Problema dos banheiros dos terminais de São José dos Pinhais se agrava


Agora, os banheiros dos Terminais Central e do Afonso Pena foram interditados. Trabalhadores e passageiros aguardam por solução 
 
Segundo denúncia de motoristas e cobradores para o Sindimoc, ambos os terminais de São José dos Pinhais, ficaram mais de um mês sem limpeza. E o descaso com os trabalhadores e passageiros continua, pois os banheiros foram interditados. Antes, imundos. Agora, totalmente indisponíveis para a população. 
 
Já há relatos de trabalhadores que contraíram infecções urinárias por terem que ficar longos períodos sem beber água, já que não tem banheiro para utilizar.
 
A estrutura estava detonada: as portas e torneiras quebradas ou roubadas. O presidente do Sindimoc, Anderson Teixeira, considera “um absurdo que os trabalhadores tenham que se submeter a tal condições de insalubridade”.
 
O Sindimoc tentou contato com a Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte, de São José dos Pinhais, mas ainda não obteve respostas.
 
 

Galeria de imagens da notícia

LEI Nº 2673, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2015.

LEI Nº 2673, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2015.


DISPÕE SOBRE A ORIENTAÇÃO E O AUXÍLIO AO USUÁRIO DOS ÔNIBUS QUE INTEGRAM O SISTEMA DE TRANSPORTE COLETIVO DO MUNICÍPIO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.


Faço saber que a Câmara Municipal de São José dos Pinhais, Estado do Paraná, aprovou e eu, Presidente, usando das atribuições que me confere a Lei Orgânica do Município, promulgo a seguinte Lei:

Art. 1º Os ônibus que integram o sistema de transporte coletivo do Município de São José dos Pinhais, salvo veículos leves (microônibus) deverão ter no mínimo, um funcionário, além do motorista, para fins de orientação e auxílio ao usuário, além de cobrança da passagem quando for o caso.

Art. 2º Os funcionários em atividade nos ônibus, na forma do disposto no artigo anterior, mesmo nos veículos com cobrança automatizada de tarifa, terão entre outras necessárias à realização do interesse público, as seguintes atribuições:

I - orientar e auxiliar os usuários, especialmente idosos, gestantes e pessoas de mobilidade reduzida;

II - assistir o motorista nas atividades necessárias;

III - evitar a evasão de receitas;

IV - trocar bilhete de passagem ou acionar o validador mediante o recebimento do valor da tarifa para possibilitar o transporte de passageiro que não tenha adquirido o bilhete previamente.

Art. 3º No caso de descumprimento desta lei caberá ao poder concedente, mediante seus órgãos competentes, fiscalizar e impor as seguintes penalidades às concessionárias:

I - advertência escrita na primeira notificação, com prazo de 30 (trinta) dias para a apresentação de defesa por parte da empresa infratora;

II - multa de 200 (Duzentos) V.R.M (Valor de Referencia do Município) por dia de descumprimento ao nela disposto, por cada veículo de suas frotas que não funcionar nas condições ora estabelecidas, em caso de reincidência, após decorrido o prazo previsto no inciso anterior ou indeferido o respectivo recurso;

III - diante da continuidade do descumprimento desta lei, após caso de reincidência com aplicação de multa transitada em julgado, fica autorizada a Prefeitura Municipal de São José dos Pinhais, a cassar a permissão da empresa infratora.

Art. 4º As despesas decorrentes da execução desta lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas, se necessário.

Art. 5º O Poder Executivo regulamentará a presente lei, no que couber, no prazo máximo de 60 (sessenta) dias, a contar da data de sua publicação.

Art. 6º Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Gabinete da Presidência da Câmara Municipal de São José dos Pinhais, 30 de Novembro de 2015.

SINDIMOC CONVOCA SUA CATEGORIA

Ato símbolico em defesa dos trabalhadores ameaçados por projeto de lei 'irresponsável' que visa acabar com a profissão dos cobradores será realizada na segunda-feira (18).





Entenda como aconteceu a negociação no aumento Salarial de 2014 no Transporte Coletivo de Curitiba



Por determinação da Desembargadora Ana Carolina Zaina, do Tribunal Regional do Trabalho, até a meia-noite desta sexta-feira (28) 100% da frota de ônibus de Curitiba e Região Metropolitana deve estar em operação.
A decisão foi anunciada no início da noite de hoje, depois da terceira audiência de conciliação em torno do reajuste de salário dos motoristas e cobradores, que estão em greve desde a madrugada da última quarta-feira (26). A audiência, que estava prevista para a quarta-feira de cinzas, teve início às 14 horas e foi antecipada a pedido da Prefeitura de Curitiba.
Além de determinar a volta ao trabalho, a magistrada fez a última proposta de acordo entre o Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc) e o Sindicato das Empresas de Transporte Urbano e Metropolitano de Passageiros de Curitiba e Região Metropolitana (Setransp). Ana Carolina Zaina sugeriu reajuste salarial de 9,28% (5,26% INPC + 3,82%), abono de R$ 300, reajuste de 10,5% na cesta básica, e data-base em 1 de fevereiro.
A ordem agora é de que os sindicatos discutam a proposta e deem uma resposta ao tribunal até às 15h deste sábado (1º). Se os trabalhadores não aceitarem o acordo, a magistrada encaminhará a demanda para dissídio coletivo. Quanto aos dias de paralisação, a juíza sugeriu aos empresários que não haja desconto na folha dos trabalhadores.
O advogado do Setransp, Carlos Santiago, afirmou em nome do sindicato que aceita não descontar os dias parados, desde que a nova proposta do reajuste seja aprovada em assembleia e que os motoristas e cobradores voltem ao trabalho, assegurando que a classe patronal vai manter as demais cláusulas da convenção coletiva.
A vice-prefeita Miriam Gonçalves também esteve presente na audiência e se disse a favor do que foi proposta pela corte, Miriam disse que é o limite possível que o município pode assumir para por fim à greve.
Além de representantes dos sindicatos e da vice-prefeita, também participaram da reunião no TRT representantes da Urbanização de Curitiba S/A (Urbs), da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), do Ministério Público do Trabalho, do governo do estado, da Câmara Municipal, e membros de outras entidades ligadas ao funcionamento do transporte público da capital.
Pouco antes de um intervalo estabelecido pela matistrada, a Prefeitura de Curitiba, que havia solicitado aplicação de multa diária de R$ 1 milhão ao Sindimoc, por não cumprimento da determinação judicial de manter 50% da frota operando em horários de pico e 30% nos demais horários, retirou o pedido. A decisão de recuar se deu depois que a desembargadora Ana Carolina condicionou a aceitação do pedido a um depósito judicial de R$ 1 milhão, que deveria ser feito pela Urbs ou pelo sindicato patronal.
A magistrada foi categórica sobre a dificuldade de acordo envolvendo o reajuste dos trabalhadores e a alta da tarifa. “Teriam os senhores (Urbs e Setransp) R$ 1 milhão neste exato momento? Então como podem pleitear uma multa dessas a trabalhadores que têm piso de R$ 940 (cobradores) e R$ 1.660 (motoristas)?”, questionou.
Apelo popular
Ana Carolina usou as manifestações populares ocorridas em junho de 2013 em todo o País, que tiveram como estopim o preço das passagens de ônibus, para pressionar que o acordo de reajuste salarial não interfira no preço da tarifa. “A população foi às ruas e disse não ao aumento do transporte coletivo. Um reajuste dos trabalhadores não pode ser justificativa para pressionar a tarifa cobrada da população”.
“Há necessidade de a sociedade marchar de novo, para deixar claro que não tolera reajuste da tarifa?”, questionou a magistrada. A pergunta foi repetida pela desembargadora para o procurador do estado, Maurício Silva, para os representantes dos dois sindicatos e para os representantes da Urbs, Comec e Câmara Municipal. Todos responderam que “não”.
Leia mais: Não perca o ônibus neste feriado. Aprenda como acompanhar o trajeto do transporte coletivo e saiba exatamente onde está seu ônibus na hora de sair de casa.
Fonte Ric Mais!


http://pr.ricmais.com.br/dia-a-dia/noticias/trt-determina-que-100-da-frota-de-onibus-volte-a-operar-ate-a-meia-noite/

Está liberado!

O SINDIMOC. Segue firme na defesa da categoria. Mais uma reivindicação atendida, após solicitação do setor jurídico do SINDIMOC, a URBS e a Prefeitura atenderam prontamente.
Atendendo a pedidos a URBS liberou o uso da bermuda pelos motoristas e cobradores de ônibus.

PAUTA DE NEGOCIAÇÕES 2014 / SINDIMOC

Dando inicio as negociações salariais para 2014, o Sindimoc realizou nesta quarta-feira (13/11), Assembleia Geral Extraordinária com a categoria dos Motoristas e Cobradores do transporte coletivo de Curitiba e Região Metropolitana, realizada em três etapas, às 09, 15, e 20 horas, na Praça Rui Barbosa, centro de Curitiba.
Com um número expressivo de trabalhadores nos três horários, foram discutidos e aprovados itens que irá compor a pauta de reivindicações salariais para o próximo ano.
A assembleia foi coordenada pelo presidente da entidade, Anderson Teixeira. Depois de lido o edital de convocação pelo vice, Dino Cesar, deu-se inicio as discussões dos itens apresentados pelo sindicato, até o fechamento da última reunião (21 horas), havia atingido 110 sugestões passadas pelos próprios trabalhadores presentes.
Anderson Teixeira ao abrir a assembleia destacou alguns assuntos inerentes ao transporte coletivo, ressaltou o bom trabalho que a atual diretoria do Sindimoc vem realizando no decorrer destes três anos à frente da entidade sindical, salientou a importância da participação da categoria em todos os movimentos coordenados pelo sindicato. “Estamos felizes por termos atingidos três anos no sindicato com muito sucesso, o qual só alcançamos devido a participação maciça dos Motoristas e Cobradores, que em todos os momentos que deles precisamos, estiveram ao nosso lado”, disse o presidente.
Anderson ainda falou das conquistas produzidas no tempo em que ele e sua diretoria estão à frente da entidade. “Juntos conquistamos avanços que nos anos anteriores jamais foram atingidos, obtivemos o respeito e a dignidade que nós os profissionais do transporte coletivo merecemos, tivemos reajustes salariais substanciais, manutenção dos nossos direitos trabalhistas, brigamos ferrenhamente com os patrões para defender a todo instante os nossos companheiros”.
E finalizando, o presidente do Sindimoc se comprometeu a lutar pela recomposição salarial da categoria.
Os itens que constam no Edital de Convocação para a Assembleia Geral Extraordinária, Negociação Coletiva, foram todos aprovados e deliberados pela maioria dos votos dos presentes à Assembleia.
1) Manutenção da data-base 1º de fevereiro (APROVADO);
2) Pronunciamento sobre a conveniência de serem estabelecidas condições de trabalho e de salário para a categoria profissional, sob à égide de representação deste Sindicato, fixando-se em hipótese afirmativa, as cláusulas de natureza jurídica e de natureza econômica que deverão compor a proposta reivindicatória a ser formulada, tanto para Convenção quanto para Dissídio Coletivo de Trabalho (APROVADO);
3) Autorização para o Sindicato estabelecer negociação direta com o SINDICATO PATRONAL (SINDICATO DAS EMPRESAS DE TRANSPORTE URBANO E METROPOLITANO DE PASSAGEIROS DE CURITIBA E REGIÃO METROPOLITANA-Setransp), bem como autorização para estabelecer negociação direta com as empresas do setor econômico, objetivando a realização de Convenção Coletiva de Trabalho e Acordos Coletivos de Trabalho (APROVADO);
4) Autorização para o Sindicato, suscitar Dissídio Coletivo de Trabalho perante o Egrégio Tribunal Regional do Trabalho da Nona Região (APROVADO);
5) Discussão e deliberação dos descontos salariais a título de contribuições assistenciais financeiras e/ou reversão salarial ao sindicato e autorização para recebimento das contribuições financeiras das empresas em favor dos serviços assistenciais do sindicato (APROVADO);
6) Autorização para que o Sindicato, possa adaptar, modificar, suprimir ou acrescentar qualquer das reivindicações acima para efeito de negociação ou Dissídio Coletivo de Trabalho (APROVADO);
7) Autorização para que o Sindicato possa DEFLAGRAR GREVE da Categoria caso restarem frustradas as negociações conciliatórias (APROVADO).
Foi aprovado também a Manutenção do Fundo Assistencial.
Os trabalhadores que se encontravam na Assembleia sugeriram que fosse incluso na pauta de reivindicações alguns itens:
- 100% nas horas extras nos feriados;
- Pagamento de hora extra para as horas excedentes às 02 horas mensais para realização de cursos;
- Trocar o adesivo de troco máximo para R$ 20,00, para facilitar o troco;
- Criação de uma comissão de Motoristas e Cobradores para atuar junto a URBS, para avaliar o transporte coletivo, reclamações feitas pelo 156, multas e outros assuntos voltado à categoria

NA MADRUGADA EM FRENTE A GLÓRIA / SINDIMOC

Mais uma vez Motoristas e Cobradores de ônibus de Curitiba fizeram assembleia durante a madrugada desta quarta-feira (06/11).
Cansados de sofrerem desrespeito e cobranças abusivas, entre elas os descontos pecuniários das multas aplicadas pela URBS, Motoristas e Cobradores solicitaram a presença do Sindimoc para juntos cobrar da empresa Nossa Senhora da Glória Ltda., providências e cumprimento de itens pré-acordados.
Antes da abertura do turno de trabalho, aconteceu a concentração em frente ao portão da empresa onde as dificuldades foram abordadas, destacando o assédio moral sofrido pelos Motoristas e Cobradores. Durante a assembleia, o vice-presidente do sindicato, Dino Cesar, afirmou aos trabalhadores que o Sindimoc não irá aceitar o desrespeito e a falta de comprometimento dos empresários e que o assédio moral tem que cessar em todos os escalões. Referindo-se ainda às cobranças indevidas da empresa relacionadas às multas da URBS.
O diretor do sindicato e também vereador por Curitiba, Rogério Campos, discursou a favor dos trabalhadores e colocou seu gabinete político à disposição da categoria.
O presidente da entidade, Anderson Teixeira, compareceu  e garantiu a todos que providências serão tomadas e que a intenção do Sindimoc é que os abusos se encerrem imediatamente, do contrário, medidas outras, serão tomadas pelo Sindimoc. “Nosso objetivo de estar aqui de madrugada junto com a nossa categoria é garantir os seus direitos e o comprimento de itens acordados, não vamos admitir abusos contra os nossos trabalhadores”, finalizou o dirigente sindical.

A luta começou novamente Pessoal


OUTUBRO ROSA



Anualmente o Sindimoc participa da campanha Outubro Rosa, e este ano através da Secretaria da Mulher Sindimoc, irá novamente fazer parte do evento que visa conscientizar sobre a prevenção do câncer de mama e orientar sobre os mais variados temas relacionados à mulher. 

Nesta terça-feira (01/10), aconteceu abertura da campanha, com uma caminhada saindo da sede administrativa do Sindimoc até a Praça Rui Barbosa, centro de Curitiba, onde houve o ato solene.

   O evento contou com autoridades e um grande numero de pessoas principalmente as mulheres é claro.





.

Parabéns as cantora Letícia e Camila que fizeram uma grande apresentação!



Na continuação do evento houve também dança cigana, muito legal por sinal



Confira mais algumas fotos do evento














  

Equipe São José ganha mais uma partida. "sindimoc"


Neste sábado dia 28/09/2013 aconteceu mais uma rodada da 3ª taça copa sindimoc.
 O tempo não ajudou muito mas não ofuscou o espetáculo dos jogos.


A equipe São José demonstrou muita raça e força de união, consagrando uma bela vitória em cima da equipe Graciosa AM

destaque para Jonatas Tavares que fez dois gols e com isso concorre a artilheiro do campeonato, não podemos deixar de citar o gol do jogador "Morango".

Outros destaques do jogo!





 Parabéns a todos pela excelente organização e não deixando de lembrar: todas as equipes pelo esforço.

3ª TAÇA SINDIMOC DE FUTEBOL 2013



Rodada
Horário
Equipe
Placar
x
Placar
Equipe
14:00
GLORIA AM
0
x
0
RIMATUR
14:00
SANTO ANTONIO
5
x
2
GALACTICOS
15:00
SAO JOSE
1
x
2
EXPRESSO ADC
15:00
GLORIA
3
x
1
PLUMA
16:00
SORRISO
11
x
0
UMPORUM SJP
16:00
REAL SORRISO
8
x
1
GRACIOSA
17:00
SANJOTUR
1
x
3
PENHA
17:00
ESTRELA AZUL
0
x
4
ARAUCARIA
14:00
CRISTO REI
4
x
1
REAL PIRAQUARA
14:00
REUNIDAS
4
x
4
TAMANDARE
15:00
AMIGOS CCD
2
x
3
REDENTOR
15:00
VP PIRAQUARA
2
x
1
ESQUADRAO AZUL
16:00
NACIONAL REDENTOR
3
x
4
TINDIQUERA
16:00
NOBEL
4
x
2
FERAS REDENTOR
17:00
MERCES
1
x
6
CARMO
17:00
LEBLON
3
x
9
COLOMBO


Clássico esquenta complemento da 2ª Rodada, Reunidas e Tamandaré empatam e se 
garantem matematicamente para próxima fase da competição,em um jogo de 8 (oito) gols as duas equipes mostraram um ótimo futebol e um grande poder de ataque marcando 4(quatro) vezes cada equipe, e alegrando a fiel torcida que compareceu a sede campestre Alcir Teixeira ¨Zico¨, na ultima tarde do feriado da independência, os dois destaques da partida foram os atacantes Roger da Reunidas e o Meio CampistaGustavo (Parana) da Tamandaré, com dois gols cada. Agora as duas equipes vão pra ultima rodada classificadas, para saber quem fica com primeira colocação do grupo.


Outro destaque é o time UmporUm SJP. que perderam os dois jogos por um placar um tanto "elástico" 11X0 Mas o time está confiante para o próximo jogo. De quantos será o proximo resultado? O que você acha?
 
 Confira algumas entrevistas com os jogadores da São José, Umporum SJP e Sanjotur:


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