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Linchamentos, uma epidemia de raiva que se espalha na Venezuela



Desta vez, um homem de cerca de 35 anos, que supostamente tentou roubar uma mulher com uma pistola em um concorrido setor de Caracas, foi pego por pedestres.
Em pouco tempo estava nu e quase inconsciente na calçada, mas os chutes na cabeça e no rosto dados por 20 pessoas não paravam, observou uma equipe da AFP.
Pelo contrário, um pequeno movimento avivou a fúria sem que um grupo de policiais - que chegou 10 minutos depois da captura - pudesse impedir. Impotente, uma mulher tentava conter a multidão.
"Te salvaram de te queimarmos", vociferou um homem enquanto o suspeito era levado arrastado e algemado até uma patrulha em meio a gritos de satisfação de seus agressores.
De janeiro a maio, 60 pessoas morreram linchadas e outras 36 sobreviveram a esses ataques; em 2016 houve 126 mortos contra 20 em 2015, de acordo com o Observatório Venezuelano de Conflito Social (OVCS), que adverte para uma "subnotificação muito grande".
Por Alexander MARTINEZ

Japoneses encontram o amor em bonecas de silicone


Com tamanho natural e aparência muito realista, apesar do olhar perdido
 este tipo de bonecas, chamadas "rabu doru" (boneca do amor), sobretudo viúvos e portadores de deficiência, e não as veem como meros objetos sexuais, mas como seres com alma.

Os paradoxos que atormentam a humanidade


Para que gosta de paradoxo aqui vão onze que prometem deixá-lo pensando por um longo tempo. Só uma coisa: se estiver com hora marcada para alguma coisa, não discuta um desses problemas com ninguém.A conversa certamente vai se prolongar e você vai se atrasar.

Fonte: Hypescience.com
Paras que não sabe o paradoxo segundo a Wikipedia um paradoxo é uma declaração aparentemente verdadeira que leva a uma contradição lógica, ou a uma situação que contradiz a intuição comum. Em termos simples, um paradoxo é "o oposto do que alguém pensa ser a verdade". A identificação de um paradoxo baseado em conceitos aparentemente simples e racionais tem, por vezes, auxiliado significativamente o progresso da ciência, filosofia e matemática.

11. ONIPOTÊNCIA


“Deus é capaz de fazer uma pedra tão pesada que nem ele possa levantar”? Nessa questão reside um paradoxo de discussão interminável. É muito simples: se ele pode tudo, tem que ser capaz de também fazer essa pedra. Mas se isso for verdade, ele não é capaz de tudo, porque não pode levantar a pedra que ele mesmo criou.





10. GRÃOS DE AREIA

Um grão de areia não poder ser considerado um monte de areia, certo? Bem, considere a seguinte situação: um milhão de grãos de areia faz um monte, correto? Agora, esse monte de areia menos um grão continua sendo um monte, não é? Se tirarmos mais um, ainda assim é um monte, certo? Então, repetindo essa operação por várias e várias vezes, chegaremos ao ponto em que haverá apenas um grão de areia, e esse grão de areia será também um monte. A questão é: quantos grãos de areia fazem um monte?

9. NÚMEROS INTERESSANTES

Imagine um conjunto qualquer de números naturais. Pense neles como “interessantes” (que tenham alguma característica relevante, como ser o primeiro número primo, ser o maior do conjunto, o menor, qualquer característica) e “desinteressantes”.
A premissa é a seguinte: é impossível haver números desinteressantes. Pelo seguinte motivo: suponha que você separa, em um conjunto, os números interessantes dos desinteressantes. Entre os desinteressantes, certamente haverá o menor de todos, o menor dos desinteressantes. Assim, ele tem uma característica relevante, e passa para o grupo dos interessantes. Então, o que era o segundo menor dos desinteressantes passa a ser o menor, portanto, é também relevante, e passa aos interessantes. Assim vai até que não haja mais nada no conjunto dos desinteressantes.
8. O PARADOXO DA FLECHA

Para um objeto se mover, sua posição no espaço deve mudar, certo? Pois bem, esse paradoxo do filósofo grego Zeno de Eleia (495 a.C – 430 a.C) diz que os objetos não se movem. Considere um instante como uma fotografia, cada espaço de tempo é uma fotografia na qual o objeto está parado. O exemplo usado por Zeno é o de uma flecha voando pelo ar. Se pudéssemos pegar o máximo de fotografias possíveis durante o movimento, em todas elas o objeto está parado, ou seja, ele jamais se moveu.


7. AQUILES E A TARTARUGA

Mais um paradoxo relacionado aos gregos, e mais uma vez sobre movimento. Aqui a situação é essa: imagine que o guerreiro Aquiles vai apostar corrida contra uma tartaruga. Aquiles dá à tartaruga uma
vantagem de 30 metros. O paradoxo diz que Aquiles jamais conseguirá ultrapassar a tartaruga, pela seguinte razão: Quando Aquiles percorrer esses 30 metros, a tartaruga terá percorrido, digamos, 3 metros. Assim, quando Aquiles chegar aos 30 metros, que foi o ponto inicial da tartaruga, ele terá ainda que percorrer a distância que o separa da tartaruga para alcançá-la. Quando ele percorrer esses 3 metros adicionais, no entanto, ela já terá percorrido mais um metro, por exemplo. Se seguirmos essa lógica, Aquiles nunca poderá ultrapassar a tartaruga. Porque, sempre que ele chegar ao ponto em que a tartaruga estava quando ele atingiu o ponto anterior dela, ela já terá andado um pouquinho mais.

6. O PARADOXO DA INDECISÃO

O paradoxo original é de autoria, segundo consta, de Aristóteles, mas foi “oficializado” pelo filósofo Jean Buridan no século XIV. Eis a história: um burro, quase morrendo de sede e fome, encontra, ao mesmo tempo, uma tigela de água e um monte de feno. Indeciso, ele fica ponderando sobre qual a decisão a tomar: se mata primeiro sua sede para então matar a fome, ou vice versa. Ele morrerá de ambas as coisas antes que consiga tomar uma decisão final.

5. O ENFORCAMENTO SURPRESA

Um homem condenado à forca é sentenciado da seguinte forma: ele será executado em um dos dias de semana seguinte (um dia de semana), ao meio-dia, mas será uma surpresa. O juiz afirma que ele não saberá qual o dia do enforcamento até o instante em que, ao meio-dia, o carrasco baterá à porta de sua cela. Ao ouvir isso, o condenado começa a refletir, e chega a uma maravilhosa conclusão: ele não poderá ser executado! Pelo seguinte motivo: ele começa concluindo que o enforcamento não pode ser numa sexta. Se ele não acontecer até quinta, significa que só poderia ser na sexta, ou seja, não será uma surpresa para ele. Assim, o enforcamento só pode acontecer entre segunda e quinta. Daí, ele usa o mesmo raciocino: se chegar quarta-feira à noite e ele não for executado, não poderá mais. Porque sexta é impossível, e quinta, sabendo disso, não será também uma surpresa. Com quinta-feira descartada, só lhe restam segunda, terça e quarta, e o mesmo raciocínio é aplicado, até que o enforcamento não possa acontecer. Confiante, ele vai para a cela convencido de que não poderá ser enforcado. Quarta-feira, ao meio-dia, o carrasco bate à porta. Como ele estava crente que não seria executado, foi uma surpresa: o juiz não mentiu.

4. O BARBEIRO

Imagine uma pequena cidade aonde há apenas um salão de barbearia. Nem todos os homens da cidade vão ao barbeiro, assim, a população masculina da cidade pode ser dividida em dois grupos: os que se barbeiam sozinhos e os que vão ao barbeiro. Logo, assumimos que o barbeiro faz a barba de todos os homens que não barbeiam a si mesmos, certo? Mas aí caímos no seguinte paradoxo: o barbeiro faz ou não faz a sua própria barba? Se não fizer, ele (como “consumidor”) deve fazer a própria barba, ou seja, ele faz a sua barba! Mas se ele faz a própria barba, sua pessoa (como consumidor) entra no grupo dos que não fazem a própria barba (por isso vão ao barbeiro). Assim, se ele faz a própria barba, ele não faz a própria barba! Pense, pense…

3. A IMORTALIDADE DE ZEUS

Epimênides (cerca de 600 a.C) assegurava que Zeus era imortal. E afirmava isso com o seguinte poema:
Formaram uma tumba para ti, ó santo e elevado
Os cretenses, sempre mentirosos, bestas ruins, ventres preguiçosos!
Mas tu não és morto, tu vives e permaneces para sempre,
Pois em ti vivemos, nos movemos e temos nosso ser.

Ele chamava todos os cretenses de mentirosos. Mas ele próprio também era cretense. Assim, surge o paradoxo: se todos os cretenses são mentirosos, ele também é. Mas ele disse que todos são mentirosos. Se ele também é, isso é uma mentira, então todos são verdadeiros. Mas se todos são verdadeiros, ele também é (porque é um cretense). Mas ele disse que todos são mentirosos… e assim continua até você desistir de achar a solução.

2. O PAGAMENTO DE PROTÁGORAS

O Filósofo Protágoras (492 a.C) estava instruindo um discípulo, Euatlo, a arte da retórica e argumentação, para falar aos tribunais. Para comprovar a eficácia dos ensinos de Protágoras, eles fizeram o seguinte acordo: se Euatlo vencesse seu primeiro caso no tribunal, ele pagaria o preço do ensino a seu mestre; caso contrário, não pagaria. Aí, Protágoras fez o seguinte: processou Euatlo pedindo a quantia estipulada. Protágoras afirmou que ele seria pago de qualquer jeito. É claro, se Euatlo fosse derrotado no tribunal, teria que pagar a indenização, mas se vencesse, pagaria o preço de acordo com o trato feito. Aí, Euatlo replicou, dizendo o contrário: que não poderia pagar de jeito nenhum. Ora, se vencesse o julgamento, este dizia claramente: Euatlo não deve pagar Protágoras. Por outro lado, se Protágoras vencesse o caso, Euatlo não deveria pagá-lo, porque o acordo diz que Euatlo só precisa pagar seu mestre se vencer no tribunal.

1. O CONFLITO

O que acontece quando uma força irresistível encontra um objeto irremovível? Não há solução, certo? Pelo menos uma dessas duas coisas não pode existir. Como um exercício de lógica, esse raciocínio poderia ser considerado. Do ponto de vista físico, no entanto, é inconcebível. Por um lado, até mesmo uma força minúscula causa alguma aceleração em um objeto. Por outro lado, uma força irresistível iria requerer energia infinita, e isso não existe no universo.

BÔNUS: A FINITUDE DO UNIVERSO

Esse é para ficar pensando até enjoar. Fala sobre até onde chega a nossa visão do universo. Compare o espaço sideral (e considere ele como aquilo que nós vemos ao olhar para o céu à noite) com um campo de girassóis, por exemplo. Se o final desse campo de girassóis está além da sua visão, o que você vê? Bem, no começo você consegue ver cada girassol individualmente, mas à medida que a visão vai se afastando você passa a ver somente uma massa amarela, não é? Agora pense no universo: também não existem inúmeras estrelas além da Terra, todas elas emitindo uma luz branca? Se for assim, porque também não vemos uma massa completamente branca no céu?
Por isso, foi criada a teoria de que, de qualquer ponto do planeta, a nossa visão vai até a superfície de cada estrela. Assim, o que nós enxergamos ao olhar para o céu é um conjunto de incontáveis visões, cada uma delas indo até a superfície de determinada estrela (se todas elas se prolongassem pelo infinito, não deveríamos ver uma massa branca?). Mas a questão que permanece é: como isso pode ser verdade? Como é possível enxergar cada estrela somente até onde ela começa, e não além disso?

PARADOXOS UNIVERSAIS


11. ONIPOTÊNCIA


“Deus é capaz de fazer uma pedra tão pesada que nem ele possa levantar”? Nessa questão reside um paradoxo de discussão interminável. É muito simples: se ele pode tudo, tem que ser capaz de também fazer essa pedra. Mas se isso for verdade, ele não é capaz de tudo, porque não pode levantar a pedra que ele mesmo criou.

10. GRÃOS DE AREIA

Um grão de areia não poder ser considerado um monte de areia, certo? Bem, considere a seguinte situação: um milhão de grãos de areia faz um monte, correto? Agora, esse monte de areia menos um grão continua sendo um monte, não é? Se tirarmos mais um, ainda assim é um monte, certo? Então, repetindo essa operação por várias e várias vezes, chegaremos ao ponto em que haverá apenas um grão de areia, e esse grão de areia será também um monte. A questão é: quantos grãos de areia fazem um monte?

9. NÚMEROS INTERESSANTES

Imagine um conjunto qualquer de números naturais. Pense neles como “interessantes” (que tenham alguma característica relevante, como ser o primeiro número primo, ser o maior do conjunto, o menor, qualquer característica) e “desinteressantes”.
A premissa é a seguinte: é impossível haver números desinteressantes. Pelo seguinte motivo: suponha que você separa, em um conjunto, os números interessantes dos desinteressantes. Entre os desinteressantes, certamente haverá o menor de todos, o menor dos desinteressantes. Assim, ele tem uma característica relevante, e passa para o grupo dos interessantes. Então, o que era o segundo menor dos desinteressantes passa a ser o menor, portanto, é também relevante, e passa aos interessantes. Assim vai até que não haja mais nada no conjunto dos desinteressantes.

8. O PARADOXO DA FLECHA

Para um objeto se mover, sua posição no espaço deve mudar, certo? Pois bem, esse paradoxo do filósofo grego Zeno de Eleia (495 a.C – 430 a.C) diz que os objetos não se movem. Considere um instante como uma fotografia, cada espaço de tempo é uma fotografia na qual o objeto está parado. O exemplo usado por Zeno é o de uma flecha voando pelo ar. Se pudéssemos pegar o máximo de fotografias possíveis durante o movimento, em todas elas o objeto está parado, ou seja, ele jamais se moveu.

7. AQUILES E A TARTARUGA

Mais um paradoxo relacionado aos gregos, e mais uma vez sobre movimento. Aqui a situação é essa: imagine que o guerreiro Aquiles vai apostar corrida contra uma tartaruga. Aquiles dá à tartaruga uma vantagem de 30 metros. O paradoxo diz que Aquiles jamais conseguirá ultrapassar a tartaruga, pela seguinte razão: Quando Aquiles percorrer esses 30 metros, a tartaruga terá percorrido, digamos, 3 metros. Assim, quando Aquiles chegar aos 30 metros, que foi o ponto inicial da tartaruga, ele terá ainda que percorrer a distância que o separa da tartaruga para alcançá-la. Quando ele percorrer esses 3 metros adicionais, no entanto, ela já terá percorrido mais um metro, por exemplo. Se seguirmos essa lógica, Aquiles nunca poderá ultrapassar a tartaruga. Porque, sempre que ele chegar ao ponto em que a tartaruga estava quando ele atingiu o ponto anterior dela, ela já terá andado um pouquinho mais.

6. O PARADOXO DA INDECISÃO

O paradoxo original é de autoria, segundo consta, de Aristóteles, mas foi “oficializado” pelo filósofo Jean Buridan no século XIV. Eis a história: um burro, quase morrendo de sede e fome, encontra, ao mesmo tempo, uma tigela de água e um monte de feno. Indeciso, ele fica ponderando sobre qual a decisão a tomar: se mata primeiro sua sede para então matar a fome, ou vice versa. Ele morrerá de ambas as coisas antes que consiga tomar uma decisão final.

5. O ENFORCAMENTO SURPRESA

Um homem condenado à forca é sentenciado da seguinte forma: ele será executado em um dos dias de semana seguinte (um dia de semana), ao meio-dia, mas será uma surpresa. O juiz afirma que ele não saberá qual o dia do enforcamento até o instante em que, ao meio-dia, o carrasco baterá à porta de sua cela. Ao ouvir isso, o condenado começa a refletir, e chega a uma maravilhosa conclusão: ele não poderá ser executado! Pelo seguinte motivo: ele começa concluindo que o enforcamento não pode ser numa sexta. Se ele não acontecer até quinta, significa que só poderia ser na sexta, ou seja, não será uma surpresa para ele. Assim, o enforcamento só pode acontecer entre segunda e quinta. Daí, ele usa o mesmo raciocino: se chegar quarta-feira à noite e ele não for executado, não poderá mais. Porque sexta é impossível, e quinta, sabendo disso, não será também uma surpresa. Com quinta-feira descartada, só lhe restam segunda, terça e quarta, e o mesmo raciocínio é aplicado, até que o enforcamento não possa acontecer. Confiante, ele vai para a cela convencido de que não poderá ser enforcado. Quarta-feira, ao meio-dia, o carrasco bate à porta. Como ele estava crente que não seria executado, foi uma surpresa: o juiz não mentiu.

4. O BARBEIRO

Imagine uma pequena cidade aonde há apenas um salão de barbearia. Nem todos os homens da cidade vão ao barbeiro, assim, a população masculina da cidade pode ser dividida em dois grupos: os que se barbeiam sozinhos e os que vão ao barbeiro. Logo, assumimos que o barbeiro faz a barba de todos os homens que não barbeiam a si mesmos, certo? Mas aí caímos no seguinte paradoxo: o barbeiro faz ou não faz a sua própria barba? Se não fizer, ele (como “consumidor”) deve fazer a própria barba, ou seja, ele faz a sua barba! Mas se ele faz a própria barba, sua pessoa (como consumidor) entra no grupo dos que não fazem a própria barba (por isso vão ao barbeiro). Assim, se ele faz a própria barba, ele não faz a própria barba! Pense, pense…

3. A IMORTALIDADE DE ZEUS

Epimênides (cerca de 600 a.C) assegurava que Zeus era imortal. E afirmava isso com o seguinte poema:
Formaram uma tumba para ti, ó santo e elevado
Os cretenses, sempre mentirosos, bestas ruins, ventres preguiçosos!
Mas tu não és morto, tu vives e permaneces para sempre,
Pois em ti vivemos, nos movemos e temos nosso ser.
Ele chamava todos os cretenses de mentirosos. Mas ele próprio também era cretense. Assim, surge o paradoxo: se todos os cretenses são mentirosos, ele também é. Mas ele disse que todos são mentirosos. Se ele também é, isso é uma mentira, então todos são verdadeiros. Mas se todos são verdadeiros, ele também é (porque é um cretense). Mas ele disse que todos são mentirosos… e assim continua até você desistir de achar a solução.

2. O PAGAMENTO DE PROTÁGORAS

O Filósofo Protágoras (492 a.C) estava instruindo um discípulo, Euatlo, a arte da retórica e argumentação, para falar aos tribunais. Para comprovar a eficácia dos ensinos de Protágoras, eles fizeram o seguinte acordo: se Euatlo vencesse seu primeiro caso no tribunal, ele pagaria o preço do ensino a seu mestre; caso contrário, não pagaria. Aí, Protágoras fez o seguinte: processou Euatlo pedindo a quantia estipulada. Protágoras afirmou que ele seria pago de qualquer jeito. É claro, se Euatlo fosse derrotado no tribunal, teria que pagar a indenização, mas se vencesse, pagaria o preço de acordo com o trato feito. Aí, Euatlo replicou, dizendo o contrário: que não poderia pagar de jeito nenhum. Ora, se vencesse o julgamento, este dizia claramente: Euatlo não deve pagar Protágoras. Por outro lado, se Protágoras vencesse o caso, Euatlo não deveria pagá-lo, porque o acordo diz que Euatlo só precisa pagar seu mestre se vencer no tribunal.

1. O CONFLITO


O que acontece quando uma força irresistível encontra um objeto irremovível? Não há solução, certo? Pelo menos uma dessas duas coisas não pode existir. Como um exercício de lógica, esse raciocínio poderia ser considerado. Do ponto de vista físico, no entanto, é inconcebível. Por um lado, até mesmo uma força minúscula causa alguma aceleração em um objeto. Por outro lado, uma força irresistível iria requerer energia infinita, e isso não existe no universo.

BÔNUS: A FINITUDE DO UNIVERSO

Esse é para ficar pensando até enjoar. Fala sobre até onde chega a nossa visão do universo. Compare o espaço sideral (e considere ele como aquilo que nós vemos ao olhar para o céu à noite) com um campo de girassóis, por exemplo. Se o final desse campo de girassóis está além da sua visão, o que você vê? Bem, no começo você consegue ver cada girassol individualmente, mas à medida que a visão vai se afastando você passa a ver somente uma massa amarela, não é? Agora pense no universo: também não existem inúmeras estrelas além da Terra, todas elas emitindo uma luz branca? Se for assim, porque também não vemos uma massa completamente branca no céu?
Por isso, foi criada a teoria de que, de qualquer ponto do planeta, a nossa visão vai até a superfície de cada estrela. Assim, o que nós enxergamos ao olhar para o céu é um conjunto de incontáveis visões, cada uma delas indo até a superfície de determinada estrela (se todas elas se prolongassem pelo infinito, não deveríamos ver uma massa branca?). Mas a questão que permanece é: como isso pode ser verdade? Como é possível enxergar cada estrela somente até onde ela começa, e não além disso?

CACHOEIRA DEBAIXO D’AGUA


Próxima da costa sudeste da África encontra-se uma uma formação rochas e corais conhecido como Mauritius, que vista do alto da a ilusão de ser uma cachoeira de baixo d’água.
 A impressão visual é criada na água devido ao escoamento de areia e depósitos de sedimentos, e só pode ser vista por fotos aéreas ou no Google Maps .


Alquimia

Você já deve ter ouvido falar de alquimia e alquimistas, mas o que será que essa ordem fazia e quem eram seus membros?

De onde vieram?

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A alquimia é uma arte antiga. Sua origem remonta a Mesopotâmia e Egito Antigo. Seu ápice ocorreu na época de Alexandre, o Grande, que deu força aos estudos dos alquimistas, pois ele queria encontrar a fonte da juventude e viver para sempre.
Quando o cristianismo começou a ganhar força, a alquimia foi tratada como bruxaria e seus praticantes eram queimados nas fogueiras da Inquisição. E, para piorar tudo, os alquimistas eram conhecidos por usarem enxofre, uma substância com um cheiro bem característico de ovo podre. Por isso era complicado para eles se esconderem, afinal seu cheiro lhes entregava. Muitos acabaram sendo mortos e queimados graças a esse elemento, que, além de ter mal cheiro, era considerado coisa do Diabo pela Igreja.

O que é alquimia?

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A alquimia é uma espécie de ciência que usa magia e coisas sobrenaturais. Os alquimistas eram cientistas que utilizavam a observação para descobrir coisas novas, mas suas crenças religiosas e mágicas influenciavam seu trabalho também.
A alquimia tinha como grande objetivo transformar outros metais em ouro, criar um remédio que curasse todas as doenças, chamado por eles de Elixir da Longa Vida, e/ou encontrar a famosa pedra filosofal (que não era bem uma pedra).
Eles acreditavam em transformação de materiais porque sua ordem seguia o pensamento de Aristóteles. Esse famoso filósofo dizia que todas as coisas existentes eram formadas por quatro elementos básicos: água, terra, ar e fogo. Assim, para criar qualquer matéria, seria necessário apenas colocar a quantidade certa desses elementos e conseguir o que se desejava.

A pedra filosofal

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O estudo mais famoso dos alquimistas é a pedra filosofal. Ela era algo (não necessariamente uma pedra) que traria a vida eterna, boa saúde e que poderia também transformar metais em ouro. Só que, obviamente, tal coisa jamais foi feita ou encontrada.
Mesmo com essas loucuras, os alquimistas são os pais da medicina moderna, porque suas pesquisas e estudos em busca de uma cura para tudo trouxeram vários avanços para a medicina.

Homunculus

golem
Outra tentativa frustrada dos alquimistas foi a criação de vida a partir de objetos inanimados. Essa ideia, provavelmente, vem da cultura judaica, que fala de um ser mágico, o Golem, que ganhava vida através da magia, mesmo sendo feito de pedra.

Descobertas dos alquimistas

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Apesar de suas crenças sobre química e funcionamento do mundo se mostrarem diferente da realidade na qual vivemos, os alquimistas fizeram grandes progressos e ajudaram a ciência moderna com várias descobertas:
- Paracelso, conhecido também como Phillipus Aureolus Theophrastus Bombastus von Hohenheim, foi descobridor do zinco.
- Roger Bacon foi quem descobriu o “zoom”, pois ele notou que lentes poderiam ser usadas para “aproximar” objetos.
- Raimundo Lúlio foi quem criou o bicarbonato de sódio.
Abu Musa Jabir ibn Hayyan, também conhecido como Gaber, foi quem descobriu os primeiros métodos de destilação e cristalização.
Maria, a Judia, foi a alquimista que supostamente criou o método de Banho Maria, que usamos até hoje para aquecer coisas lentamente.

Apocalipse Nórdico



Não sei se vocês sabem, mas a mitologia nórdica possui sua própria versão do fim dos tempos conhecida como Ragnarok, que prevê o fim do mundo, derrota dos deuses nórdicos e o fim do próprio universo. Essa épica batalha tomará lugar em Midgard, no reino dos humanos e colocará os asgardianos – liderados por Odin – contra os gigantes e outros monstros – liderados por Loki.




Antes de tudo acontecer, Loki havia sido preso, juntamente de outros monstros, e condenado à eterna tortura. Entretanto, como ele possuía uma lábia e uma influência que ia muito além de sua prisão, ele conseguiu instigar vários conflitos entre os seres humanos.
Além disso, temos os dois lobos – Skoll e Hati – que perseguiam incessantemente o sol e a lua, mas sem nunca conseguir alcançar os astros para devora-los. Eis que, quando o Ragnorok está para começar, os dois lobos finalmente alcançam o sol e a lua, fato que mergulha a Terra em trevas e que provoca vários terremotos por Midgard, e isso acaba soltando Loki e os gigantes de suas prisões.
Os asgardianos, ao saber do ocorrido, aliam-se aos milhares de guerreiros mortos que repousavam no Valhalla e também aos diversos espíritos naturais, chamados de Vanas e migram para o campo de Vigrid – onde seria a tramada a batalha final que fora profetizada.
Do outro lado, temos Loki e seus seguidores, além dos mortos que vieram do inferno, e então o grande conflito acontece.
Fenrir, um lobo que é filho de Loki e pai de Skoll e Hati, é o responsável por tomar a vida de Odin em uma luta que feriu gravemente o grande lobo, mas foi Vidar, um dos filhos de Odin e superado, em força, somente por Thor, que matou Fenrir. Ao ver seu pai ser morto pela fera, Vidar rumou para Fenrir com um ódio único e decidiu matar o lobo por dentro: quando o mesmo tenta abocanhá-lo, Vidar pisa em sua língua e com sua força empurra a parte de cima da boca do lobo para cima até parti-lo em dois.
Thor travaria uma batalha com Jormungand, uma serpente filha de Loki. Thor consegue mata-la com sua força e com a ajuda do Mjolnir, entretanto, antes de morrer, ela acaba mordendo Thor e envenenando-o, o que acaba resultando na morte de Thor. Existem versões que narram que mesmo depois de morrer, Thor não soltou seu martelo de forma alguma, e que ninguém conseguiu separar o deus de sua arma.
Loki, finalmente, acaba tendo uma difícil batalha com Heimdall, o guardião da ponte que levava ao reino dos AEsir, entretanto, dessa batalha não há nenhum vencedor, pois ambos acabam falecendo, um perante ao outro, de uma forma que não é citada pelos textos antigos.
Após, então, inúmeras mortes, principalmente as de Odin e Loki, tudo começa a ruir, principalmente Yggdrasil, a Árvore dos Mundos, que havia sido derrubada por Nidhogg que a roeu por incontáveisanos.
A maioria dos deuses acabou encontrando a morte, mas alguns deles sobreviveram, como Vidar e Magni – um dos filhos de Thor. Além disso, um casal de humanos, Lif e Lifthrasi, se escondeu na carcaça de Yggdrasil e acabaram sobrevivendo, e são eles que serão responsáveis por perpetuar a espécie humana. Nidhogg, a grande serpente, sobrevive para que o equilíbrio do bem e do mal seja mantido. Um novo sol surgirá das carcaças e escombros e do mar surgirá uma nova terra. Com isso, o Ragnarok se passou, e os principais males foram extintos para sempre.
Um fato interessante é que mesmo ao enfrentar a morte, cada um dos deuses estava sorrindo. Isso porque eles são um povo guerreiro e vivem para lutar e porque uma morte honrosa em batalha é digna de um lugar no Valhalla, o paraíso nórdico, sem falar também que cada um cumpriu o seu destino nessa última batalha que reformaria o universo inteiro.


Homem nu corre transtornado pelas ruas do Parolin

Um homem de 43 anos completamente transtornado tirou a roupa e totalmente nu saiu pelas ruas do bairro Parolin, em Curitiba, no final da tarde deste domingo (25). A Polícia Militar (PM) foi acionada para conter os ânimos do homem, que aparentemente, tem transtornos psíquicos.
Por volta das 17h, moradores da favela do Parolin acionaram a PM para ajudar a conter um homem que estava transtornado pelas ruas. Ele é usuário de drogas, de acordo com a família, e saiu de casa tirando as peças de roupas, alegando que ‘uma cobra iria pegá-lo’.
Segundo os policiais do 12º BPM que atenderam a ocorrência, o homem gritava pelas ruas que ‘não queria ser pego pela cobra’ e também ‘me salvem, a cobra vai me pegar’. Depois de muita conversa, os policiais conseguiram que o homem se vestisse e entrasse na viatura. Eles o levaram a Unidade de Pronto-Atendimento do Campo Comprido para alguns procedimentos médicos.

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