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Pombos gordos

A senadora Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do PT, acusa Michel Temer de agir como um “Robin Hood às avessas” e denuncia o ilegítimo por promover uma vergonhosa barganha para livrá-lo de uma cassação de mandato já na abertura dos trabalhos no Congresso Nacional. “Temer e a aristocracia estatal distribuem milho aos pombos gordos de Brasília e de sua burocracia estatal”, escreve.
Gleisi Hoffmann*
Em pouco mais de um ano no governo, Michel Temer vem cumprindo à risca o roteiro para o qual foi designado pelos arquitetos do golpe contra Dilma Rousseff. Como se fosse um Robin Hood às avessas, Temer tira recursos de programas voltados aos mais pobres para garantir os benefícios dos mais ricos. Em ritmo acelerado, vamos queimando o capital social acumulado nos 13 anos de mandatos do PT, que fizeram do Brasil um exemplo para o mundo desenvolvido, sobretudo pela capacidade para acabar com problemas crônicos da nação, entre eles a fome, e ainda reduzir consideravelmente a pobreza.
O desprezo de Temer e de seus associados é de fácil constatação. Somente na semana passada, o governo ilegítimo anunciou o corte de quase metade dos recursos destinados ao Programa de Aceleração do Crescimento, uma das prioridades dos governos petistas, e grande responsável pela geração de milhares de empregos e pela execução de obras estruturantes que modificaram a paisagem de várias regiões do País.
Segundo Temer, o corte foi uma maneira de ajustar as contas do país, a exemplo do que já havia sido feito com o congelamento dos reajustes do Bolsa Família, o fim do programa Farmácia Popular e o contingenciamento dos recursos destinados às famílias de baixa renda na construção de unidades do Minha Casa, Minha Vida.
A escolha desses programas dá a dimensão das prioridades do governo golpista. O rombo nas contas públicas, que sustentam a pesada taxa de juros, é a grande desculpa para a suspensão de investimentos e para a aprovação de medidas que promovem o desmonte do Estado brasileiro. Em apenas um ano, Temer conseguiu a proeza de aprovar emenda que congela os gastos com Saúde e Educação por 20 anos, aprovou a malfadada “reforma” trabalhista e agora tenta mudar as regras da previdência social, atingindo principalmente os trabalhadores que mais necessitam da retaguarda do poder público para sobreviver com o mínimo de dignidade.
Mesmo sob acusações pesadas de corrupção, com provas fáticas, a crise não existe para Temer. Prova disso são os milhões de reais que vêm sendo destinados em emendas aos parlamentares de sua base, numa vergonhosa barganha para livrá-lo de uma cassação de mandato já na abertura dos trabalhos no Congresso Nacional, marcada para esta semana.
Em nenhum momento, o presidente ilegítimo acenou, por exemplo, com a taxação de grandes fortunas ou de lucros e dividendos para tapar os “buracos” no orçamento de que tanto fala. Também se recusa em discutir a redução das mordomias de uma casta privilegiada do serviço público, que recebe aumentos e acumula benefícios pecuniários inimagináveis aos meros mortais. Em meio à crise fiscal, o desgoverno de Temer é capaz de perdoar dívidas milionárias de empresários, enquanto enfia aumentos de impostos goela abaixo da população somente para garantir o equilíbrio das contas públicas – o caso dos reajustes da gasolina e do diesel é o mais recente, mas não será o último.
Somado a tudo isso, a aristocracia do serviço público despreza o Brasil real. O Conselho Nacional do Ministério Público se autoconcedeu um aumento salarial de 16%. Logo eles, que recebem os maiores salários da República e são os arautos da moralidade.
É assim que vão descontruindo o Brasil com que sonhávamos e começamos a construir. Um país onde havia menos desigualdade social e que já havia afastado de sua agenda fantasmas históricos como a fome e a dívida externa; em que jovens passaram a ter acesso à educação e onde milhões haviam deixado a informalidade para ingressar no mercado de trabalho. Enquanto os pobres se espalham novamente pelas ruas e dormem nas praças, Temer e a aristocracia estatal distribuem milho aos pombos gordos de Brasília e de sua burocracia estatal. Lembro-me da música de Zé Geraldo!
*Gleisi Hoffmann é senadora e presidenta nacional do PT.

ESTAMOS VIVENDO UMA GUERRA CÍVIL ?

Sejam bem-vindos ao Pico Pereira em Debate quero saber sua opiniao  a respeito dos mais diversos assuntos que compõem a nossa sociedade.  compartilharem ideias e pontos de vista, afinal opinião é para ser respeitada, mas não para ser aceita como verdade absoluta.

Será que a policia é realmente inimiga da sociedade ou estamos vivendo na era das inversões de valores? O problema da segurança vem da administração econômica ou parte do lado cultural do brasileiro? Será que esse sono da morte em que vivemos algum dia vai ter fim?
De sua opinião sobre o assunto, lembrando sempre de respeitar as opiniões dos outros usuários. Nunca julgue apenas compreenda!

FORÇA SUL

Lideranças do SC, RS e PR aprovaram moção de repúdio às reformas da previdência e trabalhista e ao aparelhamento partidário da Força Sindical

Moção de repúdio é aprovada em reunião que marca posicionamento da Força Sul pela classe trabalhadora
Lideranças do SC, RS e PR aprovaram moção de repúdio às reformas da previdência e trabalhista e ao aparelhamento partidário da Força Sindical
Lideranças representativas de mais de 300 sindicatos de trabalhadores filiados à Força Sindical nos estados de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul reuniram-se na manhã deste sábado (18) para discutir os rumos e o fortalecimento da central.
Esse ano ocorrem os congressos regionais e nacional da entidade, no qual se elegem as novas diretorias e se aprovam as diretrizes de luta para os próximos anos.
Em comum na fala das lideranças, um posicionamento muito claro: a Força Sindical precisa urgentemente guinar seu rumo no sentido da luta sindical e trabalhista e blindar-se contra interferências partidárias, sob pena de uma grande debandada de sindicatos. O encontro da Força Sul ocorreu em Florianópolis/SC e foi preparatório para o Seminário Regional da Força Sul – Congresso Força Sindical 2017.
Para marcar posição, foi aprovada na reunião uma moção de repudio (veja abaixo) às reformas da previdência e trabalhista e ao aparelhamento partidário da Força Sindical.
“Precisamos questionar, qual a central que queremos? Se depender de nós o foco será sempre a luta pelos trabalhadores, principalmente, na atual conjuntura de crise econômica, desemprego e ameaças aos direitos trabalhistas, a exemplo das reformas trabalhistas e previdenciária. Se não conseguirmos construir a unidade para o Congresso, teremos uma grande debandada de sindicatos. Todos nós esperamos posições diferentes daqui pra frente. Não vamos e não podemos discutir partidariamente o congresso. Mas qual o futuro, teses, o caminho para fortalecer a central? Senão a gente vai jogar fora todo fortalecimento criado nos estados. Se hoje temos o respeito dos trabalhadores, foi graças a luta e a representatividade, graças a atividade sindical. Não foi partido algum que gerou isso. Foi trabalho, suor e luta. Luta sindical!”, frisou o presidente da Força-PR, Sérgio Butka.
A linha explanada por Butka entra em sintonia com o pensamento das lideranças do Rio Grande Sul e Santa Catarina. O consenso pelo fortalecimento da Força Sindical ficou evidente na reunião.
“Paulinho não pode estar no exercício da presidência de um partido e da Central.  É conflitante. Essa proposta de reforma da previdencia. Ele discutiu com quem? Ora, ela é do Solidariedade, cabe ao Solidariedae discutir! É do SDD, não Força, não foi discutida! Nao pode levar pro Congresso como sendo da Força, porque náo é!”, analisou o presidente licenciado da Força-RS, Claudio Janta.
“Essa é a uma oportunidade de fazer o que sempre fizemos. Ajudar a dar linha, posições, e construir e fortelecar a central. Nosso reagrupamento faz com que a gente se fortaleça e busquemos os espaços q são nossos. Não dá para aceitar uma central paulista.Por que não temos os espaços garantidos pela representatividade? Se pegar o Sul, por exemplo, e ver o espaço que temos, não é equivalente! Há uma disfução aí e isso tem que ser corrigido. O critério do “amigo do rei” não pode ser o critério único. Tem que ser o critério da representatividade, pelo bem da central, pelo bem dos trabalhadores. Essa república paulista está causando uma divisão nos nossos estados, na nossa centralIsso é Inconcebível, ressaltou o presidente da Força-SC, Osvaldo Mafra.
Para o diretor do Sindicato dos Empregados no Comércio de Canoas (RS), Américo Cordeiro, “há um aparelhamento da Força Sindical por interesses partidários. O partido foi criado para ser instrumento da central. Mas isso se inverteu. A posição partidária está se sobrepondo à sindical. Repudio essa inversão”.
Já o diretor do Sindicato dos Empregados no Comércio de Canoas (RS), Nilton Souza Neco, sinalizou, “que é irracional colocar a central a reboque de partido. Afinal, foi a luta sindical que nos cacifou para chegar a cargos eletivos de vereador, deputado, e não o partido!! O partido é só um instrumento! Não pode a central ficar a serviço de partido algum”.
“Esse debate já era para ser feito há muito tempo. Não queremos retrocesso. Não aceitamos retirar direitos do trabalhador”, avisou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Materiais Plásticos de Chapecó, Vilson Antonio Silveira.
“Precisamos ser ouvidos pela direção da nacional. Eles precisam saber o que o sul e as outras regiões pensam, pois tais atidudades não refletem o posicionamento da maioria”, ressalta o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado do Paraná, Francisco Rodrigues da Silva Sobrinho.
Em breve a Força Sul vai definir a realização, provavelmente em março, de um seminário para debater e definir as ações para o Congresso Nacional da central.
CARTA DA FORÇA SUL
*MOÇÃO DE REPÚDIO ÀS REFORMAS DA PREVIDÊNCIA E TRABALHISTA E AO APARALHEMENTO PARTIDÁRIO
DA FORÇA SINDICAL*
Na condição de representantes de mais de dois milhões e meio de trabalhadores, nós, presidentes e diretores de entidades filiadas à Força Sindical nos estados de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, vimos a público manifestar nosso repúdio às mudanças que subtraem direitos dos trabalhadores, consignadas nas reformas da Previdência e Trabalhista do governo federal.
De mesmo modo manifestamos nossa contrariedade ao fato da Força Sindical encaminhar tratativas no Congresso Nacional sobre essas matérias sem abrir um amplo debate interno com seus sindicatos filiados, assumindo posições de um partido como se fossem da central sindical. Entendemos que as posições partidárias pessoais de dirigentes sindicais não devem, em hipótese alguma, sobrepor-se aos interesses dos trabalhadores.
Nossa central deve ser para o trabalhador não só no discurso de marketing, mas também em suas posições políticas e iniciativas.
Reafirmamos as posições dos 5º, 6º e 7º congressos nacionais da Força Sindical, no sentido de manter a unicidade pela base, a qual vem sendo afrontada constantemente por encaminhamentos da Secretaria de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Por fim, destacamos: Urge que a Força Sindical de uma guinada efetiva no sentido da luta trabalhista e se blinde contra interferências partidárias, sob pena de uma grande debandada de sindicatos, sob pena do enfraquecimento da classe trabalhadora e do esfacelamento de todo o arcabouço de direitos que conquistamos, a duras penas, com anos de luta.
Florianópolis, 19 de fevereiro de 2017

Documento aprovado e assinado pelas lideranças da Força Sul

GOVERNO E PATRÕES QUEREM DESTRUIR A CLASSE TRABALHADORES

  As medidas tomadas pelo governo federal tem apresentado medidas que vão da encontro aos interesses dos trabalhadores. A classe operária vai sofrer na pele as mudanças se elas vierem a ser sancionadas, projeto de lei(PL) 6787/2016 e a reforma da previdência (PEC) 287.
  Segundo o governo é a única forma de acabar com o rombo na previdência social.
  A elite pressiona para que a reforma seja votado o quando antes e quem vai sofrer com tudo isso você já sabe somos todos nós.
   
      O rombo não existe

   A ideia  de que o cálculo do déficit previdenciário não está correto, porque não se baseia nos preceitos da Constituição Federal de 1988, que estabelece o arcabouço jurídico do sistema de Seguridade Social. O cálculo do resultado previdenciário leva em consideração apenas a receita de contribuição ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) que incide sobre a folha de pagamento, diminuindo dessa receita o valor dos benefícios pagos aos trabalhadores. O resultado dá em déficit. Essa, no entanto, é uma equação simplificadora da questão. Há outras fontes de receita da Previdência que não são computadas nesse cálculo, como a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), a CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) e a receita de concursos de prognósticos. Isso está expressamente garantido no artigo 195 da Constituição e acintosamente não é levado em consideração. A seguridade social mostra que o saldo de 2015 um total de 11 bilhões
Faça parte da luta, organize-se, proteste não fique esperando pelo outro, o futuro é você quem faz!


  

Fim do Upa da Rui Barbosa


Será uma calamidade se isso acontecer, muitas pessoas necessitam desse atendimento, há muito espaço nesta área poderia ser construído um hospital modelo no local até mesmo um novo prédio para pediatria 

Vereadores debatem saúde pública em sessão plenária - Transformação da UPA Rui Barbosa em unidade especializada em crianças e adolescentes foi o assunto principal.
Durante a sessão ordinária da Câmara Municipal dessa terça-feira (14), os vereadores debateram questões de saúde pública em São José dos Pinhais. O tema principal foi o recente anúncio de transformação da UPA Rui Barbosa em uma unidade especializada apenas no atendimento de crianças e adolescentes.
Os vereadores que fizeram uso da palavra declararam-se contra a mudança. “A região do bairro Colônia Rio Grande é enorme, o povo usa muito aquela Unidade. Acredito que essa situação é um descaso com a população”, disse o vereador Aílton Fenemê.
Alex Purkote, que afirmou estar analisando minuciosamente a situação há algumas semanas, também se declarou contra. “Estou aguardando um parecer solicitado com dados que demonstrem a necessidade do fechamento, já que, criança também é gente e, em minha opinião, os gastos não serão muito diferentes”.
Já o vereador Doutor Ido acredita que a situação financeira da saúde municipal é reflexo das más gestões anteriores. “A saúde está quebrada, deve ser por esse motivo que a UPA Rui Barbosa está sendo fechada. Enquanto isso, são pagos aluguéis caros e convênios e contratos que levam todo dinheiro da área”, opinou. No entanto, o vereador Alberto Setnarsky pediu paciência à população. “Algumas mudanças são necessárias e o povo tem dificuldade em aceitá-las num primeiro momento”.
Segundo informado pelo vereador Tadeu Camargo, também há previsão de fechamento do posto de saúde do bairro Braga. “Sou contra o fechamento das duas unidades de saúde e a forma como estão sendo feitas”, disse. Ele afirmou, ainda, que solicitará ao Executivo informações sobre as empresas médicas que prestam serviços ao município, para fiscalização dos contratos firmados.
Renata Teixeira Gomes
Assessoria de Imprensa 15.02.2017

Reunião com moradores confirma instalação da rede de água na região de Inhaíva

Publicado em 15 de fevereiro de 2017 às 13:56 


Famílias da região de Inhaíva que serão beneficiadas com a chegada da água encanada nos domicílios (Foto: Divulgação/Smvop)
Um encontro que contou com a presença de técnicos da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), moradores e do vice-prefeito de São José dos Pinhais, Thiago Bührer, na noite de terça-feira (14), serviu para comemorar a implantação da rede de água encanada no bairro Inhaíva, em São José dos Pinhais. O deputado estadual Francisco Bührer e o vereador Carlos Machado, responsáveis pelo projeto que resultou na conquista, também estiveram presentes no encontro que aconteceu na residência do casal Olinda e Amauri Bührer.
O projeto da água na região é uma antiga reivindicação dos moradores desde 2010, quando começaram reuniões e apresentação de projetos e indicações do vereador Carlos Machado e do deputado estadual Francisco Bührer junto à diretoria da Sanepar. “Abraçamos esta causa há mais de seis anos e hoje temos motivos de sobra para comemorar esta conquista, que é a chegada da água encanada que vai beneficiar cerca de 50 famílias da região”, disse o deputado Francisco Bührer.
A coordenadora de operações da Sanepar, Simone Alvarenga, disse que a obra está praticamente concluída e a chegada da água nos domicílios agora é questão de tempo, o que, segundo ela, deve durar aproximadamente um mês. “Só falta a liberação de uma autorização da ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres – por causa do uso subterrâneo da Rodovia BR-376, por onde o encanamento passa, o que não deve demorar”, afirmou.
Para o vice-prefeito Thiago Bührer, que representou o prefeito Toninho Fenelon, a água encanada é um direito dos moradores e uma conquista de todos, já que se trata de uma antiga reivindicação. “Nós estamos acompanhando o processo já há alguns anos e hoje temos motivos de sobra para comemorar a chegada da água aqui no Inhaíva. Por isso, em nome do prefeito Toninho Fenelon, parabenizamos os moradores e nos colocamos à disposição para qualquer dúvida nesta questão”, disse o vice-prefeito.

O vice-prefeito Thiago Bührer representou o prefeito Toninho Fenelon na reunião com moradores (Foto: Divulgação/Smvop)

Deputado estadual Francisco Bührer com o vereador Carlos Machado, o vice-prefeito Thiago e a dona da casa, Olinda Bührer (Foto: Divulgação/Smvop)

Problema dos banheiros dos terminais de São José dos Pinhais se agrava


Agora, os banheiros dos Terminais Central e do Afonso Pena foram interditados. Trabalhadores e passageiros aguardam por solução 
 
Segundo denúncia de motoristas e cobradores para o Sindimoc, ambos os terminais de São José dos Pinhais, ficaram mais de um mês sem limpeza. E o descaso com os trabalhadores e passageiros continua, pois os banheiros foram interditados. Antes, imundos. Agora, totalmente indisponíveis para a população. 
 
Já há relatos de trabalhadores que contraíram infecções urinárias por terem que ficar longos períodos sem beber água, já que não tem banheiro para utilizar.
 
A estrutura estava detonada: as portas e torneiras quebradas ou roubadas. O presidente do Sindimoc, Anderson Teixeira, considera “um absurdo que os trabalhadores tenham que se submeter a tal condições de insalubridade”.
 
O Sindimoc tentou contato com a Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte, de São José dos Pinhais, mas ainda não obteve respostas.
 
 

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Prefeitura discute volta do pagamento em dinheiro com empresas de ônibus

Publicado em 27 de janeiro de 2017 às 16:19 



(Foto: Edison Renato/PMSJP)
O prefeito Toninho Fenelon esteve reunido na manhã desta sexta-feira (27) com proprietários das empresas de transporte público de São José dos Pinhais para discutir ações e melhorias para o passageiro são-joseense. O encontro contou com a presença do vice-prefeito e secretário de Viação e Obras Públicas, Thiago Bührer, do secretário de Transporte e Trânsito, Miguel de Paula, o procurador geral do Município José Carlos Alves Silva  e do diretor de Transportes Eduardo Azevedo.
“Quando percorremos os bairros, ainda em campanha, ouvimos pedidos da população e um frequente era a melhoria do transporte público,  principalmente no que se refere ao cidadão ter a opção de  voltar a pagar a passagem com dinheiro. Por isso precisamos chegar a uma solução que seja boa para o cidadão e que por outro lado não onere o valor da passagem”, destacou o prefeito Toninho.
Outro assunto abordado foi a integração do transporte público com Curitiba. “Hoje nossas linhas urbanas são 100% integradas por meio do cartão VEM, que permite que o cidadão possa tomar mais de um ônibus pagando uma passagem  apenas, sem precisar perder tempo e deslocamento até terminais fechados. Hoje temos integração com Curitiba no Terminal Afonso Pena, mas pretendemos que isso seja possível também pelo Terminal Central”, explicou o secretário Miguel de Paula.

Governador repassará 600 milhões para prefeituras do Paraná

O governador Beto Richa vai reunir no próximo dia 16, em Curitiba, os prefeitos paranaenses para oficializar o repasse de R$ 400 milhões referentes a cota extra de ICMS aos municípios. O chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni, adiantou nesta terça-feira, 3, o convite de Richa aos prefeitos. O encontro será às 15h no Palácio Iguaçu.
“Isto é fundamental para recuperar capacidade de pagamento das prefeituras”, disse Richa em 1º de janeiro quando anunciou o repasse. Curitiba deve ficar com R$ 60 milhões. Os valores de cada uma das 399 cidades do Paraná estão sendo fechados pela Secretaria da Fazenda. “Os prefeitos estão assumindo os municípios em situação econômica adversa. O Estado vai apoiar a todos com recursos, obras e projetos”, disse.
Richa reforçou o compromisso de trabalhar em parceria com os prefeitos. “Essa união de esforços ajuda em um momento de crise financeira para enfrentarmos e vencermos os desafios”, completou.
O governador destacou que os novos prefeitos vão ter muitos desafios em meio a uma recessão sem precedentes. “Muitos Estados não conseguem pagar salários. O Paraná, porém, navega em direção a um porto seguro. Fizemos a lição de casa, com o ajuste e hoje temos a melhor situação fiscal do País”, destacou.
Fonte: Fabio Campana

Joaquim Barbosa, o que poderia ter sido grande, mas foi apenas mau

Quando o outsider entrou no STF (Supremo Tribunal Federal), os senhores formais aceitaram com superior condescendência. O outsider tinha currículo, falava várias línguas, desenvolvera teses importantes sobre inclusão.
Mas era outsider. Não vinha de família de juristas, gostava do ambiente informal dos botecos, era de pouquíssimos amigos e nunca fez média na vida.
Conquistou tudo na porrada, dependendo dele e só dele.
Tinha tudo para entrar para a história, derrubando conchavos, despindo o formalismo e a hipocrisia de muitas togas, subvertendo formas de ver o mundo, trazendo para o Supremo os ares da contemporaneidade e a marca altiva de sua cor e dos que conquistaram tudo sem nunca ceder.
Mas faltava-lhe algo, uma peça qualquer no sistema emocional que o tornou uma espécie de Mike Tyson com toga, uma força gigantesca e incontrolável assombrada por mil demônios internos que o impediram definitivamente de se tornar um grande.
O que moldou esse lado emocional tosco, rude, cruel, não se sabe. As intempéries da vida costumam construir grandes caráteres; mas também modelam a crueldade, a revanche permanente.
Foi o caso de Joaquim Barbosa.
Seu mundo tornou-se uma ilha pequena, restrita, cercada por um oceano infestado de tubarões querendo destrui-lo, cada gesto contrário visto como ameaça ao que ele conquistou.
Cada julgamento tornava-se uma guerra a ser vencida a qualquer preço, até com a sonegação de provas, se necessário. O tribunal tornou-se a arena povoada de gladiadores sangrentos aguardando o polegar para baixo do público para a degola final dos inimigos. E todos eram inimigos, o réu a ser condenado, o colega que ousasse discordar de qualquer posição, o advogado que rebatesse seus argumentos, o jornalista que o criticasse. 

O ódio como seiva vital

Em poucas pessoas vi ódio tão visceral, a raiva como motor de todas as atitudes, um egocentrismo tão exasperado a ponto de tratar qualquer voz dissidente como um inimigo a ser aniquilado.
Certamente em José Serra, que, em todo caso, sempre foi suficientemente esperto para agir através de terceiros.
Joaquim Barbosa nunca usou as armas da hipocrisia, a malícia das jogadas. Como Tyson, saía de peito aberto distribuindo porradas pelo mundo. O que o movia não era a desonestidade, a vontade do poder  A busca da popularidade, sim, mas, acima de tudo, dar vazão ao ódio, sempre o ódio como seiva vital.
E esse bruto – na definição mais ampla do termo –foi transformado em campeão branco da mídia na disputa política. Emocionalmente tosco, embarcou no jogo de lisonjas, do “menino que mudou o Brasil”, foi usado enquanto pode.
Por toda sua vida profissional, exercitou o duplo jogo de quem se formou nas guerras da vida e na formalidade de um poder hierárquico. Enfrentava o mundo jurídico intimidando comportamentos formais com a truculência desmedida das discussões de rua e de botecos; e se impunha junto aos amigos de praia com a condescendência dos que subiram na vida mas não esqueceram as origens.
Acima de tudo, contava com o beneplácito da mídia, enquanto serviu, que lhe proporcionou ser ouvido pelas ruas.
Com tal poder, passou a quebrar dogmas, mas da pior forma possível, atropelando direitos, protocolos mínimos de boa educação, sendo agressivo até o limite da boçalidade em um ambiente eminentemente formal.

Os juristas que domaram a besta

Coube a dois juristas de extrema afabilidade desmontar a besta.
Um deles, Celso Antônio Bandeira de Mello, o doce Bandeira, unanimidade no mundo jurídico por sua firmeza cortez, pespegou-lhe na testa a definição definitiva: “É um homem mau”.
Outro, Luiz Roberto Barroso, o homem dos salões cariocas, o iluminista que, ainda como advogado, arejou o Supremo com a defesa de teses contemporâneas, ao reagir à agressividade inaudita de Joaquim, sem perder a calma e sem perder a firmeza.
E aí, começaram a desmoronar as estratégias emocionais que Joaquim Barbosa penosamente construiu para enfrentar os rapapés maquiavélicos do mundo jurídico e a rudeza dos botecos.
No mundo juridico, a truculência deixou de intimidar, Pelo contrário, passou a ser tratada com uma impaciência cada vez maior de seus pares. No mundo dos bares, em lugar de só aplausos, passou a ser perseguido por vaias.
Aos poucos, os grupos de mídia perceberam que Barbosa tornara-se uma carga inútil, pesada, a vitrine onde estava exposta a parcialidade do julgamento da AP 470. Com sua irracionalidade, estava transformando os réus da ação em vítimas da arbitrariedade mais ostensiva.
No Supremo, sua única influência era sobre Luiz Fux, o que não recomenda-se.
Restava-lhe o apoio da malta, aquela parcela mais desinformada da sociedade que aplaude linchamentos, defende a lei de Talião, se regozija com qualquer bode expiatório. E, no contraponto, as vaias da selvageria que despertou no lado oposto.
Dos dois lados do balcão, o homem mau só conseguiu trazer à tona os piores sentimentos dos admiradores e dos críticos.

A cena final

Quanto mais se isolava, mais Joaquim Barbosa radicalizava as arbitrariedades.
Ganhou alguma sobrevida graças a mudanças nos procedimentos do STF que impediam impetrar habeas corpus contra decisões do presidente da casa, uma iniciativa do ex-presidente César Peluso supondo que jamais a presidência seria ocupada por uma pessoa desajustada.
As arbitrariedades foram tão ostensivas que um gesto totalmente fora das regras – do advogado de José Genoíno, invadindo uma sessão do STF para questiona-lo – não mereceu uma condenação sequer dos Ministros da casa. Pelo contrário, estimulou a defesa de Marco Aurélio de Mello, porque sabendo ser ato de absoluto desespero, de quem via leis e procedimentos jurídicos atropelados pela insanidade de um julgador.
E aí o poderoso, o imbatível Joaquim Barbosa pediu aposentadoria e, ontem, se afastou da AP 470 procurando se vitimizar, dizendo-se alvo de manifestos políticos e de ameaças do advogado. 
Sai no momento em que o STF iria colocar um fim em suas arbitrariedades.
Do Jornal Nacional mereceu uma nota seca, que surpreendentemente terminou com uma frase do advogado que o enfrentou: “Agora, o Supremo poderá voltar a julgar com isenção”. De seus pares, não mereceu nada, nenhuma saudação. Talvez na última sessão seja agraciado com os elogios aliviados de algum colega seguidor das formalidades do STF.
Saindo, passa uma enorme sensação de desperdício. Desperdício em relação ao que poderia ter sido na renovação do STF, na afirmação da diversidade racial, na consagração do esforço individual.
Fica apenas a imagem de um homem mau e sem grandeza, que nem na hora da saída mira a história: seu objetivo único, agora, é  se vingar de um advogado que ousou enfrentar a sua ira.
http://jornalggn.com.br/noticia/joaquim-barbosa-o-que-poderia-ter-sido-grande-mas-foi-apenas-mau

Auditoria Cívica da Saúde em São José dos Pinhais

Auditoria Cívica da Saúde em São José dos Pinhais. Trata-se de um projeto da Força Sindical do Paraná e do Instituto de Fiscalização e Controle (IFC), de Brasília, que realiza auditoria nas unidades de saúde do município. A iniciativa capacita cidadãos para fiscalizar as Unidades Básicas de Saúde nas cidades. Em São José dos Pinhais, já foram monitoradas 24 UBS. A primeira auditoria, realizada no ano passado, apontou mais de 200 itens a serem corrigidos. Em abril desse ano, auditoria parcial apontou que Prefeitura tinha resolvido 58% dos itens apontados. As auditorias tem quatro focos: estrutura e instalações, qualidade de atendimento, pessoal e medicamentos. 
Nesta quinta e sexta-feira, os auditores cívicos voltam às Unidades de Saúde de SJP para fazer o Relatório Final da Auditoria. Serão novamente monitoradas todas as unidades. Essa é a vistoria final de um total de três vistorias.
Na sexta-feira, à tarde, os itens não solucionados serão encaminhados à Promotoria de Saúde do Ministério Público do município, na pessoa do promotor de saúde, Willian Lira de Souza. Ele já abriu, no ano passado, um Procedimento de Acompanhamento para monitorar as ações da prefeitura estava tomando para solucionar os problemas apontados pela Auditoria Cívica. Os relatórios também serão novamente protocolados na Secretaria Municipal de Saúde de SJP, diretamente ao secretário de Saúde, Brasílio Vicente de Castro.
Participação é fundamental
O presidente do Sindimoc, Anderson Teixeira, destaca a importância da participação de trabalhadores da categoria em iniciativas como essa. “Somos usuários do SUS, dos serviços públicos, e esse tipo de serviço só vai melhorar com a nossa fiscalização, com a nossa cobrança e participação. Os gestores públicos precisam e contam com essa contribuição. No final, todos ganham: nós, usuários da saúde pública, os gestores do sistema e toda a comunidade”.

Confira passo a passo como funciona a Auditoria Cívica na Saúde
1)    Cidadãos pedem auditoria
2) A Força Sindical do Paraná e o IFC qualificam os voluntários
3) Depois de qualificados, os voluntários vão fiscalizar as Unidades de Saúde e fazer o levantamento dos problemas. Na fiscalização são levados em conta 4 aspectos:
- Qualidade dos serviços prestados;
- Estruturas físicas;
- Equipamentos, recursos humanos e percepção de usuários e profissionais de saúde;
- Medicamentos;
4) Após a fiscalização é formado um relatório final com os problemas encontrados nas UBS
5) Os auditores realizam audiência com prefeito, o promotor de justiça e outras autoridades do município para apresentar o relatório final.
6) As autoridades tem um prazo de 90 a 120 dias para a resolução dos problemas apontados no relatório
Em São José dos Pinhais, primeira cidade a receber a auditoria no estado, foram feitas 3 fiscalizações. A primeira em 30 e 31 de outubro de 2014, onde foi feito o levantamento dos problemas encontrado. Uma parcial, em abril deste ano parar verificar o andamento da resolução dos problemas. E a última, começada ontem e terminada hoje de manhã,  que mostrou o índice de resolução.

Moradores da área rural de SJP pedem socorro

 Neste dia 27 de agosto agricultores das Colonias de São Jose dos Pinhais, manifestaram-se em frente a prefeitura, pedindo mais segurança na área rural, Um latrocínio na  Colonia de Roça Velha gerou o estopim para que acontece-se o ato, o prefeito de SJP Prefeito Setim foi vaiado por manifestantes.





Convenção Pemedebista


É amanhã a convenção estadual do PMDB do Paraná. Há apenas duas opções em contenda: candidatura própria do senador Roberto Requião ou coligação com o PSDB de Beto Richa.
Faltando menos de 24 horas para o início do evento partidário, intensificam-se as articulações, as traições, e a temperatura se eleva diante de acusações de corrupção e possibilidade, cada vez mais palpável, de intervenção nacional na seção regional peemedebista.
Na frente política, fala-se que convenção do PMDB é uma espécie de eleição antecipada. Se der Requião, adeus Beto. Se der Beto, adeus Gleisi Hoffmann (PT). Ou seja, com a vitória da coligação aumentaria as chances de o tucano fechar a corrida no primeiro turno.
Acerca da convenção do PMDB
A convenção estadual do PMDB PR, no dia 20, será no Clube Urca, em Curitiba. A votação começa às 8 horas e o resultado final deverá ser divulgado no final da tarde do mesmo dia. Aproximadamente 600 delegados do PMDB de todo o estado devem escolher os nomes para o Senado, Congresso, Assembleia e decidir se o partido lançará candidatura própria ao governo ou optará pela coligação com outro partido.

Menino de 13 anos morre após ter atendimento negado em São José dos Pinhais


Carlos Eduardo faleceu vítima da tempestade que caiu na cidade na última quinta-feira (05). O estudante estava em uma excursão da escola quando a chuva devastou o bairro em que estavam. Ele e o colega estavam em um campo quando duas arvores caíram. Uma delas atingiu Carlos, que ainda se atirou para salvar o amigo. Mas o principal problema veio depois: o atendimento médico foi negado.

veja a reportagem do balanço Geral:

Click aqui -   BALANÇOGERAL

Ivan Rodrigues agora é PDT


E a Corrida começou...

Agora, tanto Ivan quanto sua esposa, Dona Léa, estão aptos a apresentar candidaturas com uma possivel dobradinha às eleições de 2014.

Era aguardada tambem a filiação do peemedebista Duilio Pereira ao PDT. Outros ex-assessores de Ivan podem tambem entrar na sigla nos proximos dias.

Ivan Rodrigues estava sendo pretendido pelas lideranças do PC do B. Tambem desejava ingressar no PT, aonde no entanto, não era unanimidade, apesar da proximidade com o Ministro Paulo Bernardo. Preferiu filiar-se ao PDT, comandado no estado por Osmar Dias, a quem Ivan ofereceu apoio nas eleições ao governo do estado.

fonte: blogdoblonca

EXTINÇÃO DE EMPREGOS PÚBLICOS

     

 Após três pedidos de vistas, os vereadores aprovaram, na sessão ordinária da Câmara Municipal desta quinta-feira (26), os projetos de lei que extinguem os empregos de preparador de alimentos e agentes de combate a endemias do Programa Saúde da Família. Sete vereadores votaram contra e doze a favor.
            Tais empregos deverão ser regidos pelo regime estatutário e não mais CLT, como atualmente. Os servidores reivindicavam a mudança do regime CLT para estatutário, para que todos os servidores possam usufruir de direitos iguais. No entanto, os vereadores que votaram favoráveis afirmam que nenhum servidor será prejudicado, pois serão extintos apenas os empregos que estão vagos. “Nossa decisão tem que ser correta. Pedi vistas duas vezes aos projetos para poder analisar e optar pelo melhor, hoje estou votando consciente da minha decisão”, disse o vereador Luiz Monteiro que votou a favor dos projetos.
            O debate centralizou-se na terceirização de serviços de alimentação em instituições de ensino. Para Alberto Setnarsky, as escolas e Cmeis não têm estrutura adequada para preparação dos alimentos. “A realidade mudou, atualmente algumas escolas atendem até 1500 alunos. Sou contra a terceirização, mas temos que adotar um modelo novo”, disse o vereador, citando também o projeto que está sendo desenvolvido de uma cozinha industrial que será gerenciada por cooperativas, que poderão preparar os alimentos no próprio município. Reforçando a opinião de Tico, o vereador professor Marcelo também fez uso da palavra para apoiar a aprovação dos projetos. “Sabemos que as escolas não têm condições adequadas nem de salas de aulas. Se a preparação de alimentos também ficar por conta da instituição, o diretor terá que gerenciar mais isso”, disse.
            Entre os que votaram contra, fez uso da palavra o vereador professor Abelino para expor sua opinião. Segundo ele, a qualidade das merendas fornecidas pelas terceirizadas é péssima. “Como presidente da comissão de educação, inspecionei vários Cmeis e escolas para verificar a situação. Todas as diretoras declararam-se contra a extinção do cargo de preparador de alimentos, pois estes cozinham alimentos de mais qualidade para as crianças”, afirmou. Votaram contra os projetos os vereadores professor Abelino, Bira do Banco, José Vieira, Carlos Machado, Wilson Cabelo, Aílton Fenemê e Doutor Ido.
            Os demais vereadores votaram a favor, exceto o presidente Sylvio Monteiro, que não vota por determinação do regimento interno e da vereadora Lucia Stoco, que não estava presente.
Renata Teixeira Gomes

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