Lula fala no: Ato em defesa da industria naval do conteúdo nacional e d...

ESTAMOS VIVENDO UMA GUERRA CÍVIL ?

Sejam bem-vindos ao Pico Pereira em Debate quero saber sua opiniao  a respeito dos mais diversos assuntos que compõem a nossa sociedade.  compartilharem ideias e pontos de vista, afinal opinião é para ser respeitada, mas não para ser aceita como verdade absoluta.

Será que a policia é realmente inimiga da sociedade ou estamos vivendo na era das inversões de valores? O problema da segurança vem da administração econômica ou parte do lado cultural do brasileiro? Será que esse sono da morte em que vivemos algum dia vai ter fim?
De sua opinião sobre o assunto, lembrando sempre de respeitar as opiniões dos outros usuários. Nunca julgue apenas compreenda!

CONDOMÍNIO DA MORTE SJP



Desde o começo do ano, quatro assassinatos foram registradas no Condomínio Serra do Mar, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. O último caso foi a morte do vice-campeão paralímpico José Aguimarino Jesus, conhecido como “Zecão da Canoagem”, registrada na noite de domingo (2).
De acordo com o delegado Amadeu Trevisan, que investiga o caso, pelo menos 70 mandados de busca e apreensão foram cumpridos no local desde que ele assumiu o cargo. “O condomínio foi inaugurado em 2012, quando as primeiras pessoas, trabalhadoras e de bem, compraram os imóveis. O problema foi que elas foram se mudando e vendendo tudo sem controle, muito rápido. Desde então, o trabalho da polícia é incessante no local”, disse ele em entrevista à Banda B.
Dos quatro casos registrados neste ano, dois já estão elucidados e os outros seguem em investigação. Um suspeito de envolvimento na morte de Zecão, um jovem de 21 anos, já foi preso e agora a Polícia Civil procura por outros participantes do crime, inclusive o atirador.
“O paratleta tinha um ótimo relacionamento com a cidade, com todos. Não há informações de que ele denunciou algum crime no local. Apenas a presença dele no condomínio, como uma pessoa ligada ao esporte e contra a violência, já inibia e incomodava os traficantes e usuários de drogas”, completou o delegado.
Zecão foi morto com cinco tiros no momento em que chegava em casa de carro, acompanhado da mulher e do filho do casal, de apenas quatro anos. O local do crime é conhecido como “condomínio da morte” devido aos frequentes casos de violência registrados ali.

GOVERNO MIRA O FIM DOS DIREITOS TRABALHISTAS

Dirigentes sindicais do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul firmaram compromisso contra os ataques aos direitos da população


Enquanto lida com a repercussão negativa da reforma da previdência, governo prepara mais um ataque aos trabalhadores com a malfadada reforma trabalhista. Uma vergonha! Não vamos aceitar cortes de direitos.
Martelo batido contra as reformas da Previdência e trabalhista!  A Força Sul, entidade que reúne os Sindicatos e as estaduais da Força Sindical no  Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, foram unânimes no compromisso de  lutar contra  os ataques perpetrados pelo governo contra os direitos da população. O acordo foi definido no seminário da entidade, que aconteceu durante todo o dia desta quinta-feira (30),  em Matinhos, litoral do Paraná.
“Batemos o pé! Nós,  da Força Sul, não vamos aceitar reformas e propostas que precarizem e cortem os direitos do trabalhador. E vamos cobrar da direção nacional a mesma postura. É preciso que a Central tenha mais clareza e seja mais direta nos seus posicionamentos reafirmando seu compromisso de defesa dos trabalhadores”, afirma o coordenador da Força sul, Sérgio Butka.

Dia 28 de abril é greve geral
Como prova dessa luta, todos os Sindicatos  presentes aprovaram participação total na greve geral do dia 28 de abril, que está sendo convocada pelas Centrais Sindicais  e movimentos sociais, em protesto contra a sórdida ofensiva perpetrada pelo governo e o Congresso Nacional contra os direitos da população, através das reformas da Previdência e Trabalhista; do congelamento dos salários e gastos sociais;  e do projeto da terceirização que precariza as relações e condições de trabalho.
“Ficou claro já que o governo quer que a população pague a conta da sua irresponsabilidade com o orçamento nacional. Situação que não vamos aceitar! Por isso, vamos para a rua no dia 28. Vamos fazer barulho para que o governo saiba que não vamos aceitar corte de direitos e mais sacrifícios do trabalhador que já está sofrendo com a crise e o desemprego”, resume o presidente da Força Paraná, Nelson Silva de Souza, o Nelsão.
Também foi aprovada o apoio da entidade o movimento “Todos contra o fim da aposentadoria”, criada por cidadãos da sociedade comum, através  do Facebook e que já conta com 400 mil curtidas.

Congresso Nacional da Força Sindical
O objetivo do seminário foi debater e preparar as propostas da Força Sul que serão apresentadas no 8 Congresso Nacional da Força Sindical, que acontecerá em julho.
Entre algumas das  propostas aprovadas pela plenária e que serão defendidas pela Força Sul  estão:
- Que todos os dirigentes sindicais  eleitos  para cargos públicos se licenciem das suas funções na Central para poderem defender com mais liberdade as bandeiras da entidade;
- Eleições proporcionais: independente do resultado das eleições,  a diretoria da Central seja composta por todas as chapas concorrentes levando em conta a proporcionalidade do resultado – o objetivo não deve ser a divisão mas sim a soma das forças e fortalecimento da Central
- Criação da Secretária de Assuntos Estratégicos
- Garantir de forma efetiva(ao invés de recomendar)  a cota para a juventude ( 10%) em cargos de direção nos Sindicatos
Também foram feitas propostas que englobam a participação das mulheres, dos aposentados, sobre a saúde do trabalhador, entre outras resoluções. 

Anderson Teixeira: "Após muita luta, empresários cedem e greve termina"

"Depois de oito dias de greve, a mais longa na capital desde 1994, o sindicato patronal, Urbs e Comec enfim aceitaram proposta dos motoristas e cobradores de Curitiba. Após as estratégias de hoje, conseguimos avançar.

Logo na madrugada desta quarta-feira (22), em assembleias na porta das garagens, aprovamos, por maioria, a proposta de acordo formulada ontem na Audiência de Conciliação, pela desembargadora Marlene Suguimatsu. Decidimos suspender a greve por 24 horas e protocolar no gabinete do prefeito Rafael Greca e no gabinete do governador Beto Richa pedidos de intervenção. A atitude de boa-fé dos trabalhadores e o apelo aos chefes dos executivos municipal e estadual surtiu efeito. Durante a tarde, empresários, URBS e Comec abriram nova negociação e chegamos a um acordo. O acordo contempla:

  •        6% de aumento nos salários. Os pisos ficam em R$ 2.334,13 (motorista) e R$ 1.322,21 (cobradores).
  •        R$ 400 de abono salarial, pagos no retorno das férias
  •        15% de aumento Cartão Alimentação, que passa de R$ 500 para R$ 575
  •        Manutenção do anuênio sem nenhum congelamento
  •        Manutenção dos postos de trabalho dos cobradores por no mínimo um ano
  •        Não desconto e compensação dos dias parados

Importante lembrar que todos os pagamentos de benefícios e salários serão pagos de forma retroativa a fevereiro.

Este foi um dos acordos mais difíceis que já fizemos. Nunca os empresários, Urbs e Comec estiveram tão intransigentes quanto a propostas. De início, ofereceram apenas 3% de reajuste, depois avançaram ao INPC seco, sem nada de aumento real!

Agora é hora de agradecer. A cada um de vocês, amigos e amigas motoristas e cobradores(as) que estiverem à frente dessa luta. Que viram a dificuldade que foi negociar com o patronal. Que participaram das assembleias, que viram as longas audiências. Você, amigo, que não ficou em casa esperando o problema se resolver sozinho. Você, que ao invés de ficar reclamando nas redes sociais, foi para frente das garagens discutir com o sindicato o melhor caminho a seguir. Você, que nos acompanhou até na hora de cozinhar vina em frente a Urbs... Valeu pela mobilização! Valeu pela luta!

Ainda estamos longe de chegar onde merecemos. Mas essa caminhada é longa e, ano após ano, temos conseguido avançar cada vez mais rumo a uma maior valorização da nossa categoria.

 
Vamos em frente, sempre! Sozinhos somos fortes. Juntos, somos imbatíveis!
 
 
Anderson Teixeira
Presidente do Sindimoc

FORÇA SUL

Lideranças do SC, RS e PR aprovaram moção de repúdio às reformas da previdência e trabalhista e ao aparelhamento partidário da Força Sindical

Moção de repúdio é aprovada em reunião que marca posicionamento da Força Sul pela classe trabalhadora
Lideranças do SC, RS e PR aprovaram moção de repúdio às reformas da previdência e trabalhista e ao aparelhamento partidário da Força Sindical
Lideranças representativas de mais de 300 sindicatos de trabalhadores filiados à Força Sindical nos estados de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul reuniram-se na manhã deste sábado (18) para discutir os rumos e o fortalecimento da central.
Esse ano ocorrem os congressos regionais e nacional da entidade, no qual se elegem as novas diretorias e se aprovam as diretrizes de luta para os próximos anos.
Em comum na fala das lideranças, um posicionamento muito claro: a Força Sindical precisa urgentemente guinar seu rumo no sentido da luta sindical e trabalhista e blindar-se contra interferências partidárias, sob pena de uma grande debandada de sindicatos. O encontro da Força Sul ocorreu em Florianópolis/SC e foi preparatório para o Seminário Regional da Força Sul – Congresso Força Sindical 2017.
Para marcar posição, foi aprovada na reunião uma moção de repudio (veja abaixo) às reformas da previdência e trabalhista e ao aparelhamento partidário da Força Sindical.
“Precisamos questionar, qual a central que queremos? Se depender de nós o foco será sempre a luta pelos trabalhadores, principalmente, na atual conjuntura de crise econômica, desemprego e ameaças aos direitos trabalhistas, a exemplo das reformas trabalhistas e previdenciária. Se não conseguirmos construir a unidade para o Congresso, teremos uma grande debandada de sindicatos. Todos nós esperamos posições diferentes daqui pra frente. Não vamos e não podemos discutir partidariamente o congresso. Mas qual o futuro, teses, o caminho para fortalecer a central? Senão a gente vai jogar fora todo fortalecimento criado nos estados. Se hoje temos o respeito dos trabalhadores, foi graças a luta e a representatividade, graças a atividade sindical. Não foi partido algum que gerou isso. Foi trabalho, suor e luta. Luta sindical!”, frisou o presidente da Força-PR, Sérgio Butka.
A linha explanada por Butka entra em sintonia com o pensamento das lideranças do Rio Grande Sul e Santa Catarina. O consenso pelo fortalecimento da Força Sindical ficou evidente na reunião.
“Paulinho não pode estar no exercício da presidência de um partido e da Central.  É conflitante. Essa proposta de reforma da previdencia. Ele discutiu com quem? Ora, ela é do Solidariedade, cabe ao Solidariedae discutir! É do SDD, não Força, não foi discutida! Nao pode levar pro Congresso como sendo da Força, porque náo é!”, analisou o presidente licenciado da Força-RS, Claudio Janta.
“Essa é a uma oportunidade de fazer o que sempre fizemos. Ajudar a dar linha, posições, e construir e fortelecar a central. Nosso reagrupamento faz com que a gente se fortaleça e busquemos os espaços q são nossos. Não dá para aceitar uma central paulista.Por que não temos os espaços garantidos pela representatividade? Se pegar o Sul, por exemplo, e ver o espaço que temos, não é equivalente! Há uma disfução aí e isso tem que ser corrigido. O critério do “amigo do rei” não pode ser o critério único. Tem que ser o critério da representatividade, pelo bem da central, pelo bem dos trabalhadores. Essa república paulista está causando uma divisão nos nossos estados, na nossa centralIsso é Inconcebível, ressaltou o presidente da Força-SC, Osvaldo Mafra.
Para o diretor do Sindicato dos Empregados no Comércio de Canoas (RS), Américo Cordeiro, “há um aparelhamento da Força Sindical por interesses partidários. O partido foi criado para ser instrumento da central. Mas isso se inverteu. A posição partidária está se sobrepondo à sindical. Repudio essa inversão”.
Já o diretor do Sindicato dos Empregados no Comércio de Canoas (RS), Nilton Souza Neco, sinalizou, “que é irracional colocar a central a reboque de partido. Afinal, foi a luta sindical que nos cacifou para chegar a cargos eletivos de vereador, deputado, e não o partido!! O partido é só um instrumento! Não pode a central ficar a serviço de partido algum”.
“Esse debate já era para ser feito há muito tempo. Não queremos retrocesso. Não aceitamos retirar direitos do trabalhador”, avisou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Materiais Plásticos de Chapecó, Vilson Antonio Silveira.
“Precisamos ser ouvidos pela direção da nacional. Eles precisam saber o que o sul e as outras regiões pensam, pois tais atidudades não refletem o posicionamento da maioria”, ressalta o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado do Paraná, Francisco Rodrigues da Silva Sobrinho.
Em breve a Força Sul vai definir a realização, provavelmente em março, de um seminário para debater e definir as ações para o Congresso Nacional da central.
CARTA DA FORÇA SUL
*MOÇÃO DE REPÚDIO ÀS REFORMAS DA PREVIDÊNCIA E TRABALHISTA E AO APARALHEMENTO PARTIDÁRIO
DA FORÇA SINDICAL*
Na condição de representantes de mais de dois milhões e meio de trabalhadores, nós, presidentes e diretores de entidades filiadas à Força Sindical nos estados de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, vimos a público manifestar nosso repúdio às mudanças que subtraem direitos dos trabalhadores, consignadas nas reformas da Previdência e Trabalhista do governo federal.
De mesmo modo manifestamos nossa contrariedade ao fato da Força Sindical encaminhar tratativas no Congresso Nacional sobre essas matérias sem abrir um amplo debate interno com seus sindicatos filiados, assumindo posições de um partido como se fossem da central sindical. Entendemos que as posições partidárias pessoais de dirigentes sindicais não devem, em hipótese alguma, sobrepor-se aos interesses dos trabalhadores.
Nossa central deve ser para o trabalhador não só no discurso de marketing, mas também em suas posições políticas e iniciativas.
Reafirmamos as posições dos 5º, 6º e 7º congressos nacionais da Força Sindical, no sentido de manter a unicidade pela base, a qual vem sendo afrontada constantemente por encaminhamentos da Secretaria de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Por fim, destacamos: Urge que a Força Sindical de uma guinada efetiva no sentido da luta trabalhista e se blinde contra interferências partidárias, sob pena de uma grande debandada de sindicatos, sob pena do enfraquecimento da classe trabalhadora e do esfacelamento de todo o arcabouço de direitos que conquistamos, a duras penas, com anos de luta.
Florianópolis, 19 de fevereiro de 2017

Documento aprovado e assinado pelas lideranças da Força Sul

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